FIIs

IFIX recua 1,75% e fecha em 3.654,09 pontos

IFIX recua 1,75% e fecha em 3.654,09 pontos
Foto: Suno/Banco

O IFIX encerrou o pregão desta quarta-feira (28) aos 3.654,09 pontos, em queda de 1,75%. O recuo corresponde a uma perda de 64,96 pontos frente ao fechamento anterior, que havia sido registrado em 3.719,05 pontos no dia útil imediatamente anterior.

O índice de fundos imobiliários começou a sessão a 3.719,03 pontos. Na primeira metade do dia, marcou a máxima de 3.720,19 pontos. Ao longo das negociações, recuou até a mínima de 3.648,56 pontos, antes de concluir o dia novamente em 3.654,09 pontos.

Na comparação com os extremos das últimas 52 semanas, o IFIX terminou 71,92 pontos acima da mínima de 3.582,17 pontos. No mesmo recorte, ficou 342,91 pontos abaixo da máxima de 3.997,00 pontos, mantendo-se no intervalo observado para o período.

A abertura em 3.719,03 pontos ocorreu praticamente no nível do fechamento anterior, de 3.719,05 pontos. A variação intradiária levou o índice a testar a mínima de 3.648,56 pontos, enquanto a máxima do dia, de 3.720,19 pontos, ficou concentrada na parte inicial da sessão.

IFIX e o sobe e desce dos FIIs

Entre os fundos apresentados, o VGRI11 (Valora Renda Imobiliária) liderou as altas do dia, com valorização de 0,88%. As cotas encerraram o pregão a R$ 5,73, o que representou um avanço de R$ 0,05 em relação ao fechamento anterior.

Na segunda posição entre os ganhos, MCCI11 (Mauá Capital Recebíveis Imobiliários) subiu 0,47%. O fundo terminou a sessão negociado a R$ 89,90, depois de registrar valorização de R$ 0,42 por cota no comparativo diário.

Do lado negativo, CACR11 (Cartesia Recebíveis Imobiliários) apresentou a maior baixa entre os fundos listados, com recuo de 7,50%. As cotas fecharam a R$ 13,32, queda de R$ 1,08 ante o encerramento do dia anterior.

RBRL11 (Patria Logística II) apareceu na segunda maior desvalorização do grupo, ao cair 6,03%, movimento equivalente a uma redução de R$ 4,49 por cota. O fundo encerrou as negociações cotado a R$ 69,91.

As variações acima evidenciam um quadro misto entre os FIIs acompanhados, com ganhos pontuais e perdas mais acentuadas em alguns ativos. Os movimentos individuais, contudo, não alteraram a direção do índice no dia, que permaneceu em queda no fechamento.

IFIX e os fundos mais negociados

Entre os fundos imobiliários mais negociados, MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário) liderou o volume do pregão, com 3,36 milhões de cotas transacionadas e variação negativa de 0,44% na sessão.

Na sequência em liquidez, GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária FII) movimentou 2,12 milhões de cotas, com recuo de 2,63% no dia. CPTS11 (Capitania Securities II Fundo de Investimento Imobiliário) registrou 1,53 milhão de cotas negociadas, com baixa de 2,10% no período.

SNEL11 (SunO Energias Limpas) somou 1,42 milhão de cotas e terminou com desvalorização de 2,69% na sessão. GARE11 (Guardian Logística) contabilizou 1,11 milhão de cotas negociadas, com queda de 1,21% ao fim do pregão.

Esses volumes concentraram parte relevante das negociações entre FIIs no dia, acompanhando o comportamento do IFIX ao longo da sessão. O índice fechou distante da máxima intradiária e acima da mínima do dia, consolidando 3.654,09 pontos no encerramento.

No panorama das últimas 52 semanas, o fechamento manteve o IFIX 71,92 pontos acima do piso de 3.582,17 pontos e 342,91 pontos aquém do pico de 3.997,00 pontos. Com isso, o desempenho do pregão posicionou o índice no patamar intermediário do intervalo recente.

ACESSO RÁPIDO

    Leia também