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Resultado do LVBI11 sobe a R$ 12,65 milhões em junho; veja o desempenho

Resultado do LVBI11 sobe a R$ 12,65 milhões em junho; veja o desempenho
Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário LVBI11 encerrou junho com resultado distribuível de R$ 12,652 milhões, registrando leve alta frente ao mês anterior. As receitas totais somaram R$ 15,168 milhões, enquanto as despesas atingiram R$ 2,516 milhões no período.

No mês, a receita total foi de R$ 0,94 por cota, com resultado de R$ 0,78 por cota. Houve impacto não recorrente de R$ 0,01 por cota, referente à taxa de comercialização ligada à locação da Ollie Cosméticos.

O FII anunciou rendimento de R$ 0,75 por cota, pago em 7 de julho de 2026. Considerando a cotação de fechamento de R$ 104,70, o Dividend Yield mensal foi de 0,72%, equivalente a 8,6% anualizado sobre o valor de mercado. Com base na cota patrimonial de R$ 120,41, o Dividend Yield anualizado foi de 7,5%.

Os dividendos de fundos imobiliários são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que observadas as condições previstas na legislação aplicável.

Retorno do fundo imobiliário LVBI11

O fundo apresentou rentabilidade de -3,0% no mês, -2,8% no acumulado de 2026 e +104,4% desde o início, com retorno anualizado de 10,0% ao ano. No mesmo período, o IFIX registrou -1,2% no mês, +1,5% em 2026 e +68,2% desde o início, enquanto o CDI Bruto marcou +1,1% no mês, +6,9% no ano e +97,1% desde o início.

O patrimônio líquido alcançou R$ 1.941,6 milhões, equivalente a R$ 120,41 por cota. O valor de mercado foi de R$ 1.687,6 milhões, com cota de R$ 104,70, resultando em P/VP de 0,87x. O volume médio diário negociado no período ficou em R$ 3,2 milhões.

A média de distribuição dos últimos 12 meses foi de R$ 0,75 por cota, mesmo valor distribuído em junho de 2026.

Composição da carteira e indicadores imobiliários

Ao fim de junho, aproximadamente 96% dos ativos estavam alocados em imóveis, incluindo o ativo SBC detido por meio de um FII. A carteira contava ainda com 2% em FIIs e 2% em caixa.

O portfólio reúne 10 ativos, 38 locatários e ABL de 517.860 m². O WALE foi de 3,8 anos, com vacância física de 0,4% e vacância financeira de 0,3%. O preço médio do portfólio atingiu R$ 2.606 por m², enquanto o aluguel médio foi de R$ 28,8 por m².

Quanto à alavancagem, a estrutura de dívida permaneceu restrita ao Ativo Aratu, com saldo devedor de R$ 10 milhões, equivalente a 0,5% do patrimônio líquido. O vencimento ocorre em maio de 2032, com remuneração de IPCA + 1,4% ao ano.

Na competência de maio, a locatária QUBIT desocupou o módulo que ocupava em Itapevi, elevando a vacância física para 0,4% e a financeira para 0,3%. A gestão também mapeia a devolução do módulo ocupado pela Elfa Medicamentos no ativo Aratu, prevista para setembro de 2026. Considerando essa movimentação, a vacância física projetada sobe para 1,1% a partir de setembro de 2026.

Durante o mês, foram reajustados 69.854 m² de ABL do portfólio. No processo de reavaliação, os laudos de abril de 2026 apontaram valorização média de 0,4% frente à avaliação de novembro de 2025.

ACESSO RÁPIDO

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