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Fundo Imobiliário com dividend yield de 1,41% divulga resultados; conheça

Fundo Imobiliário com dividend yield de 1,41% divulga resultados; conheça
Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário MAGM11 distribuiu R$ 0,12 por cota em maio, mantendo o mesmo patamar por nove meses consecutivos. O patrimônio líquido encerrou o período em R$ 125,4 milhões.

O dividend yield ficou em 1,41% ao mês, em base equivalente à tributação de longo prazo da renda fixa, o chamado gross-up. O lucro caixa de maio somou R$ 1,8 milhão, o maior desde o início de 2026, impulsionado por receitas de LCI e compromissadas, que passaram de R$ 128 mil em abril para R$ 594 mil. No acumulado do ano, o lucro caixa alcança R$ 7,1 milhões, com dividendos totais distribuídos de R$ 6,8 milhões.

MAGM11 mantém distribuição e dividend yield

A política de distribuição foi preservada em R$ 0,12 por cota no mês, enquanto o dividend yield mensal se manteve em 1,41% na métrica de gross-up. O resultado foi favorecido pela maior contribuição de LCI e compromissadas, refletindo a evolução das receitas financeiras no período.

A carteira segue com posição de caixa relevante, decorrente da 2ª emissão de cotas em andamento, no valor de R$ 21,5 milhões. Esse movimento sustenta a capacidade de novas alocações e a manutenção do nível de distribuição observado desde 2023.

Fundo imobiliário avança na alocação do portfólio

Ao longo de maio, o fundo realizou quatro investimentos. Houve a entrada no FII Riviera Residencial (RRES11), com R$ 11 milhões, o maior aporte do mês. Também foi adquirido um CRI lastreado em loteamento em Uberlândia (MG), de R$ 5,2 milhões, além de dois aportes adicionais em CRIs já presentes na carteira, somando R$ 690 mil.

Em paralelo, foram vendidas as posições nos FIIs KNCR11 e GGRC11, com geração de ganho de capital. Após os movimentos, a carteira passou a contar com doze operações de crédito, distribuídas entre incorporação residencial, loteamento e home equity, além de cotas de dois FIIs listados e ações de cinco empresas do setor imobiliário.

O crédito representa 69,5% do patrimônio líquido, com equilíbrio entre indexadores: 44% atrelado ao IPCA e 43,4% ao CDI. A posição em caixa está em 26,3%, em linha com a estratégia de alocação gradual e a captura de oportunidades decorrentes da 2ª emissão de cotas.

Cenário de juros e expectativas da gestora

A gestora revisou a projeção para a Selic terminal de 2026, de 13,50% para 14,00%, diante da persistência das pressões inflacionárias e da resiliência da atividade econômica. A expectativa para o IPCA é de encerramento acima do teto da meta, em 4,50% no ano.

O fundo é gerido pela Mongeral Aegon, casa com mais de 180 anos de história e mais de R$ 18 bilhões em ativos sob gestão. A equipe segue acompanhando o ambiente de juros e inflação para balizar a alocação entre crédito indexado ao IPCA e ao CDI, bem como o ritmo de investimentos à medida que avança a execução da oferta em curso.

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