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Dividendos do MCCI11 rendem 1,06% no mês; veja valor

Dividendos do MCCI11 rendem 1,06% no mês; veja valor
Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário MCCI11 divulgou que pagará R$ 1,00 por cota em dividendos relativos a junho de 2026.

Com esse patamar, o fundo atinge doze meses consecutivos distribuindo a mesma quantia, em linha com a estratégia de estabilidade adotada pela gestão.

A data-base para ter direito aos dividendos é 10 de julho, e o pagamento aos cotistas ocorrerá em 17 de julho. Os rendimentos do fundo são isentos de Imposto de Renda para o investidor pessoa física.

Dividendos do MCCI11 em junho de 2026

Considerando a cotação de fechamento de junho, de R$ 94,41, o provento equivale a um dividend yield mensal de 1,06%.

O valor também encerra o guidance do primeiro semestre de 2026, que previa distribuição mensal entre R$ 0,90 e R$ 1,00 por cota. A gestão trabalhava com a manutenção desse nível pelo menos até a competência de junho, agora confirmada.

Segundo a Mauá Capital, a política de distribuição busca estabilizar os pagamentos, evitar oscilações bruscas entre meses e, ao mesmo tempo, perseguir um adicional gradual do valor patrimonial ao longo do tempo.

Carteira do fundo e alocação

Em maio, não houve nova alocação nem movimentações relevantes na carteira. De acordo com a gestão, o fundo segue diversificado e apoiado em ativos resilientes, entregando desempenho dentro do esperado.

Todos os CRIs da carteira permaneciam adimplentes, e as parcelas de junho com vencimento até a publicação do relatório já haviam sido pagas.

O fundo encerrou o mês com 93% dos recursos aplicados em ativos-alvo, distribuídos entre 27 CRIs e 20 fundos de CRI. Na carteira total, os CRIs respondiam por 76% do patrimônio, os FIIs por 12%, o caixa por 7% e a alocação tática pelos 5% restantes.

No portfólio de crédito, a inflação é o principal indexador. As operações atreladas ao IPCA somavam 95% do total, com taxa média de IPCA + 9,3%, enquanto os 5% restantes acompanhavam o CDI, a CDI + 2,5%.

Por segmento, a maior exposição era ao logístico, com 54% da carteira, seguido por residencial, com 19%, comercial, com 16%, varejo essencial, com 10%, e hoteleiro, com 1%.

Na distribuição geográfica, São Paulo representava 58% da exposição, com o restante pulverizado entre Sudeste, Centro-Oeste, Norte/Nordeste, Distrito Federal e Sul do fundo.

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