O PMLL11 reportou resultado distribuível de R$ 11,36 milhões em março de 2026, sustentado por receita total de R$ 13,156 milhões e despesas de R$ 1,796 milhão. Por cota, a receita foi de R$ 0,94, enquanto o resultado distribuível chegou a R$ 0,81. A gestora salientou que o desempenho foi integralmente recorrente, sem efeitos extraordinários, reforçando a previsibilidade dos fluxos.
Em 15 de abril, o fundo distribuiu R$ 1,00 por cota, alinhado ao guidance semestral. O Dividend Yield anualizado alcançou 10,2% sobre a cota patrimonial e 11,1% sobre a cotação de fechamento, refletindo a robustez operacional. A administração destacou que a disciplina na alocação e no controle de despesas tem sustentado a remuneração.
Em março de 2026, o PMLL11 avançou 0,4%. No acumulado do ano, a valorização atinge 5,8%. Desde o lançamento, o retorno total chega a 111,6%, equivalente a 9,6% ao ano, evidenciando a consistência da tese de investimento ao longo de diferentes ciclos.
Desempenho operacional manteve-se sólido. Em fevereiro, as vendas atingiram R$ 1.277/m², queda de 2,7% na comparação anual, influenciada pelo Carnaval, que costuma reduzir o fluxo e criar distorções sazonais. Ainda assim, no ano, as vendas sobem 2,1% frente a 2025, mostrando resiliência do portfólio.
O NOI alcançou R$ 90,6/m², alta de 1,9% anual, enquanto a ocupação permaneceu próxima de 96%, nível compatível com operações maduras. A exposição a shopping centers ancorados e a contratos bem estruturados tem mitigado volatilidade e sustentado margens.
O fundo mantém R$ 141 milhões no Barra Malls FII, veículo que controla o Rio2 Shopping e o Península Open Mall, ativos com perfil defensivo e capacidade de captura de recuperação de vendas. A alavancagem está em 10,3%, patamar considerado conservador para o segmento, preservando flexibilidade para novas oportunidades e manutenção do guidance do PMLL11.