O IFIX encerrou o pregão desta quinta-feira (2) aos 3.833,57 pontos, com alta de 0,18%. O desempenho representou avanço de 6,9 pontos em relação ao fechamento anterior, quando o indicador marcou 3.826,67 pontos. O resultado reforçou a sequência positiva do início de mês.
Durante a sessão, o índice de fundos de investimento imobiliário oscilou entre a mínima de 3.826,69 pontos, registrada na abertura, e a máxima de 3.834,66 pontos. O fechamento ocorreu próximo do maior patamar do dia, após uma sessão de variações moderadas.
Com esse movimento, o IFIX manteve a trajetória positiva em julho. No acumulado da semana, o índice soma alta de 0,36%, após subir 0,18% em cada um dos dois primeiros pregões do mês. O comportamento semanal reflete ganhos distribuídos ao longo das últimas sessões.
IFIX mantém trajetória positiva no início de julho
O avanço do índice nos primeiros dias do mês indica continuidade do viés observado nos pregões recentes. A amplitude intradiária limitada mostrou um mercado relativamente estável, com oscilação contida entre a mínima e a máxima da sessão. O dia terminou perto do pico da faixa de negociação.
No curto intervalo de julho, a performance agregada consolidou dois pregões de alta seguidos. Esse resultado contribuiu para o ganho de 0,36% na semana, mantendo o índice em campo positivo. O comportamento foi influenciado pelos movimentos de fundos com maior participação na carteira teórica.
Maiores altas e baixas do IFIX
Entre as maiores altas do dia, o SNFF11 (Suno Fundo de Fundos) liderou, com valorização de 1,81%, encerrando o pregão a R$ 72,70. Na sequência, o ARRI11 (Atrio REIT Recebíveis Imobiliários) avançou 1,75%, fechando a sessão cotado a R$ 4,65. Os dois fundos ficaram entre os destaques positivos do índice.
No lado oposto, o CACR11 (AF Invest Recebíveis Imobiliários) registrou a maior queda do dia, com recuo de 4,43%, terminando o pregão a R$ 22,00. Em seguida, o BBIG11 (BB Premium Malls FII) caiu 2,32%, encerrando as negociações a R$ 5,93. Esses desempenhos pressionaram o conjunto dos fundos de menor performance.
MXRF11 movimenta R$ 1,58 milhão
Entre os fundos com maior volume negociado, o MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário) liderou, com R$ 1,58 milhão e variação negativa de 0,1%. Na sequência, o GGRC11 (GGR Covepi Renda) somou R$ 1,54 milhão, com recuo de 0,92%. O GARE11 (Guardian Logística) movimentou R$ 752,25 mil, registrando alta de 0,37% no fechamento.
Outros destaques do pregão incluíram o CPTS11 (Capitania Securities II), que negociou R$ 677,59 mil e caiu 0,27%. Já o VGIR11 (Valora RE III) totalizou R$ 598,04 mil em volume, com valorização de 0,1%. Esses fundos integraram a lista dos mais ativos na sessão.
Entenda o que é o IFIX
O IFIX é o principal indicador de desempenho dos fundos imobiliários listados na B3. Ele reflete a variação de uma carteira teórica formada por fundos com critérios de elegibilidade e liquidez definidos pela bolsa. A metodologia busca representar o comportamento médio do segmento no mercado secundário.
Movimentos diários do índice resultam da soma dos desempenhos individuais dos fundos que o compõem. A oscilação intradiária, como a observada entre 3.826,69 e 3.834,66 pontos, capta a dinâmica de preços ao longo do pregão. Fechamentos próximos da máxima indicam força compradora no fim da sessão.
A composição do IFIX é periodicamente revista conforme as regras da B3. Essas revisões ajustam a carteira teórica e podem alterar o peso de determinados fundos ao longo do tempo. Para o investidor, o índice serve como referência para acompanhar a evolução do mercado de fundos imobiliários.