O IFIX encerrou a terça-feira (28) em 3.924,64 pontos, leve variação negativa de 0,29 ponto (-0,01%) frente ao pregão anterior. Ao longo do dia, a oscilação foi contida, com mínima de 3.919,94 e máxima de 3.928,14 pontos, sinalizando cautela dos investidores em meio a um cenário de liquidez moderada.
Na abertura, o índice marcou 3.924,93 pontos, praticamente estável em relação ao fechamento passado. Mesmo com o recuo marginal, o movimento confirma a resiliência do IFIX, que permanece próximo do topo de 52 semanas, faixa que tem servido como referência técnica para o mercado.
O intervalo de variação acumulado nas últimas 52 semanas vai de 3.381,80 a 3.944,38 pontos, evidenciando um ciclo de recuperação gradual do índice de fundos imobiliários. Esse comportamento reflete uma combinação de melhora na percepção de risco e rotação seletiva entre segmentos de FIIs.
MXRF11 (Maxi Renda) liderou o volume do dia, com alta de 0,30%, reforçando seu papel de termômetro de liquidez no setor. Em seguida, GARE11 (Guardian Logística) registrou queda de 0,24%, enquanto KNSC11 (Kinea Securities) recuou 1,18%, CPTS11 (Capitania Securities II) caiu 0,25% e GGRC11 (GGR Covepi Renda) perdeu 0,39%.
Entre os destaques positivos, RZAT11 (Riza Atria Real Estate) avançou 2,29%, fechando a R$ 97,03, e AIEC11 (Autonomy Edifícios Corporativos) subiu 2,24%, a R$ 61,48. Essas altas indicam apetite por ativos com tese de renda previsível e gestão ativa.
Nas maiores quedas, HCTR11 (Hectare CE) cedeu 2,01%, encerrando a R$ 19,05, enquanto TGAR11 (TG Ativo Real) recuou 1,48% para R$ 68,33. A correção pontual ocorreu em meio à rotação entre setores e movimentos de realização.
Em síntese, o IFIX manteve estabilidade relativa, com rotação moderada entre fundos de renda e crédito, e um viés técnico ainda construtivo próximo ao topo anual.