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IFIX recua 0,15% e fecha abaixo de 3.860 pontos

IFIX recua 0,15% e fecha abaixo de 3.860 pontos
Crédito Privado. Foto: Suno/Banco

O índice de fundos imobiliários IFIX encerrou a terça-feira (24) aos 3.856,45 pontos, em leve queda de 0,15%. A variação negativa correspondeu a 5,74 pontos em relação ao fechamento anterior, reforçando o viés de correção observado nas últimas sessões. O movimento refletiu ajustes pontuais em carteiras e menor apetite por risco ao longo do dia.

No início do pregão, o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) chegou a oscilar próximo da estabilidade, mas a pressão vendedora ganhou tração. O índice perdeu força progressivamente, consolidando o fechamento abaixo do patamar de 3.860 pontos, nível que havia servido de referência nas últimas semanas.

Entre as principais altas do dia, o JSCR11 (JS Recebíveis Imobiliários FII) avançou 1,34%, encerrando a R$ 8,34. O movimento foi apoiado por fluxo comprador seletivo e leitura favorável do mercado sobre a composição da carteira de recebíveis do fundo. Ainda no campo positivo, o KORE11 (Kinea Oportunidades Real Estate FII) teve valorização de 1,28%, fechando a R$ 76,60.

Por outro lado, o HCTR11 (FII Hectare CE) liderou as quedas, com recuo de 1,68%, terminando cotado a R$ 21,15. O desempenho refletiu ajustes de preço em meio à volatilidade recente dos fundos de recebíveis. O BRCO11 (Bresco Logística FII) também figurou entre as baixas mais relevantes, caindo 1,38% para R$ 117,50.

Embora a sessão tenha sido negativa, o comportamento do índice de fundos imobiliários segue dentro da faixa recente de oscilação, com investidores acompanhando indicadores de crédito e perspectivas de juros. A seletividade permanece como tema central, beneficiando fundos com resultados mais previsíveis e portfólios defensivos.

Em síntese, o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) manteve tendência moderadamente baixista, com destaque para ganhos pontuais em papéis de recebíveis e pressão sobre segmentos mais sensíveis ao humor de curto prazo. O fechamento abaixo de 3.860 pontos reforça a necessidade de cautela e monitoramento dos próximos dados macroeconômicos.

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