O fundo imobiliário anunciou o pagamento de R$ 0,10 por cota em novos dividendos, referentes a agosto de 2026. O cronograma prevê depósito na semana seguinte à data de corte, com isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas, conforme a legislação aplicável.
Sobre a cotação de fechamento de agosto, de R$ 8,21, os dividendos representam um dividend yield de aproximadamente 1,22%. A apuração considerou o preço de mercado ao fim do mês.
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A data de corte foi 16 de setembro de 2026, garantindo direito aos investidores posicionados ao término do pregão. O depósito está programado para 23 de setembro, e os rendimentos são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, observadas as condições da legislação vigente.
Carteira diversificada e indexadores
Nas informações mais recentes, do relatório de agosto de 2026, o portfólio mantinha 94% dos recursos em ativos-alvo, reunindo 11 CRIs, um imóvel, cinco fundos estruturados e 15 FIIs listados. A estratégia combinava crédito, tijolo e veículos listados para compor o retorno.
A composição era de 45% em CRIs, 27% em FIIs estruturados, 17% em imóveis, 6% em FIIs líquidos e 5% em caixa. Os percentuais refletiam o posicionamento ao fim do período reportado.
No book de crédito e ativos estruturados, 92% das operações estavam indexadas ao IPCA e 8% ao CDI. A predominância do índice de preços indicava maior exposição à inflação na remuneração dos títulos.
Entre as movimentações, em julho houve uma integralização adicional de R$ 2 milhões no CRI MSB Axis, destinado ao financiamento do empreendimento residencial Axis, no Campo Belo, em São Paulo. A alocação levou a posição no ativo a R$ 30 milhões, a uma taxa de IPCA + 11% ao ano.
Acompanhamento de ativos e operações
Outra frente acompanhada pela gestão é a exposição ao MCLO11 por meio de cotas subordinadas. O veículo tem quatro galpões logísticos, três deles locados ao Grupo Casas Bahia, que apresentou pedido de recuperação judicial em 16 de agosto. Segundo a gestão, os aluguéis vencidos até julho haviam sido integralmente pagos, enquanto o de agosto foi incluído no processo, com cenário-base de manutenção dos pagamentos futuros pela locatária.
O fundo também mantinha exposição ao TRXF11 após a venda de um portfólio de renda urbana, cujo pagamento ocorreu em parte por cotas do fundo. Uma parcela dessas cotas já havia sido alienada, e o restante permanecia na carteira, com a gestão informando que seguirá monitorando os preços de mercado.
Entre os imóveis, o fundo mantinha o Centro de Distribuição Santa Cruz, no Rio de Janeiro, um galpão com cerca de 84,3 mil metros quadrados de ABL, classificação AAA e vacância zero. O contrato segue vigente até setembro de 2028, de acordo com o relatório mais recente.