O fundo imobiliário ZAGH11 confirmou a distribuição de R$ 0,05 por cota, com data-base em 8 de junho de 2026 e pagamento em 19 de junho de 2026. Com o preço de fechamento de R$ 9,39 por cota no fim de maio, o dividend yield mensal estimado é de 0,53%. Para pessoas físicas, os rendimentos de FIIs seguem isentos de Imposto de Renda, conforme a legislação vigente, elevando a atratividade do provento do ZAGH11.
A gestora Zagros informou a conclusão da aquisição de quatro imóveis corporativos, totalizando R$ 93,4 milhões. Os ativos estão distribuídos entre São Paulo (SP), Barueri (SP) e Macaé (RJ). A transação foi realizada por meio de troca de cotas, sem desembolso financeiro direto, no âmbito da 3ª emissão.
Entre os locatários, destacam-se empresas de primeira linha. Em Macaé, estão Estácio de Sá, Telefônica IoT e Telefônica Cibersegurança. No iTower, os inquilinos são WGTECH e Radioforce. No Box 298, figura a Omelete Desenvolvimento Cultural. No Rebouças, o imóvel é ocupado pela Nu Pagamentos S.A. Essa diversificação reforça a resiliência do portfólio do ZAGH11.
Em maio, o fundo vendeu um ativo para o RBVA11 por R$ 78 milhões, apurando lucro de R$ 2 milhões. A operação resultou em R$ 2,1 milhões em caixa e R$ 17,7 milhões em cotas do RBVA11, contribuindo para reduzir a alavancagem. Esse movimento faz parte da estratégia de reciclagem e otimização de riscos da carteira.
O ZAGH11 também propôs a compra de 19 unidades do Hotel Ibis Budget Guarulhos Aeroporto por R$ 13,5 milhões. A proposta aguarda deliberação dos cotistas em razão de potencial conflito de interesses com a QI Corretora. Caso aprovada, a alocação pode ampliar a exposição a ativos geradores de renda estável.
Com a combinação de distribuição recorrente, aquisições via troca de cotas e venda seletiva de imóveis, o ZAGH11 sinaliza disciplina alocativa e foco em eficiência operacional. A gestão aponta para maior previsibilidade de fluxo de caixa e melhora do perfil de risco-retorno do portfólio.