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RBRP11 anuncia dividendos menores; veja novo valor

RBRP11 anuncia dividendos menores; veja novo valor
Imagem gerada por IA

Os investidores com posição no fundo em 7 de agosto de 2026 terão direito à nova distribuição. O valor foi fixado em R$ 0,35 por cota, abaixo do patamar observado nos últimos meses, quando era de R$ 0,40 por cota. O pagamento está agendado para 14 de agosto de 2026, conforme comunicado.

Tomando como referência a cotação de R$ 46,04 no fechamento de julho, o dividend yield estimado para este repasse é de aproximadamente 0,76%. A data de corte já passou, portanto aquisições efetuadas após 7 de agosto não conferem direito a este crédito. Os rendimentos são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas que atendam aos requisitos previstos na legislação.

A administração informou que o novo valor sucede uma sequência recente de pagamentos de R$ 0,40 por cota. O cronograma de distribuição permanece inalterado, com o repasse programado para 14 de agosto de 2026. Não há mudanças quanto aos critérios de elegibilidade já divulgados.

A referência usada para o cálculo do dividend yield considera o preço de R$ 46,04 no encerramento de julho, servindo apenas como base para a taxa anualizada do período. A relação entre o valor por cota e a cotação indicada resulta no percentual aproximado de 0,76% para este pagamento específico.

Ressalte-se que o direito aos proventos contempla exclusivamente quem detinha posição na data de corte de 7 de agosto de 2026. Novas compras realizadas após essa data não serão contempladas neste ciclo. A isenção de Imposto de Renda se aplica às pessoas físicas que cumpram as condições legais vigentes.

RBRP11 avança na reciclagem e monitora inadimplência no River One

No relatório de junho de 2026, o fundo apresentou atualizações sobre a carteira, que contava com sete ativos, 24 locatários e 44,7 mil metros quadrados de área bruta locável. A gestão destacou a continuidade da estratégia de reciclagem do portfólio, com foco na otimização da alocação.

Uma das movimentações informadas foi a venda do conjunto nº 2401 do Edifício Castello Branco, no Rio de Janeiro, anunciada em 10 de julho. A operação somou cerca de R$ 4,8 milhões e, segundo a gestão, integra a diretriz de reduzir posições pequenas em ativos situados em regiões consideradas mais desafiadoras em termos de vacância.

No River One, dois locatários estavam inadimplentes. Em um dos casos, a gestão pretende executar a garantia e, na sequência, iniciar ação de despejo. No outro, seguem negociações para parcelamento dos valores em aberto, enquanto o próprio locatário busca um potencial ocupante para assumir o espaço e as obrigações contratuais.

A vacância física da carteira era de 24,1% ao fim de junho, após ajuste na área bruta locável considerada para o River One. Entre os sete imóveis, JR e Venezuela permaneciam totalmente vagos, enquanto o Delta Plaza registrava vacância de 21,2%. O River One, principal ativo do portfólio, apresentava 6% de vacância e representava 57,9% do valor dos imóveis do fundo.

Durante junho, ocorreram reajustes contratuais envolvendo 2.184 metros quadrados de área bruta locável. A carteira seguia integralmente composta por contratos típicos, com prazo médio de 5,8 anos. Ao mesmo tempo, 99% dos contratos estavam indexados ao IPCA, conforme informado no relatório.

Além dos imóveis, o portfólio mantinha exposição a outros instrumentos. Ao final de junho, cerca de 76% dos ativos estavam alocados diretamente em imóveis, 17% em FIIs, 3% em CRIs e 4% em caixa. A carteira de FIIs reunia oito posições, com maior exposição ao RBRL11.

Ainda segundo o documento, o fundo encerrou junho sem alavancagem ou obrigações relacionadas à aquisição de ativos. A gestão reiterou o acompanhamento próximo dos locatários e das condições de mercado, em linha com a estratégia de reciclagem e de manutenção de níveis de ocupação compatíveis com o portfólio.

ACESSO RÁPIDO

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