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KNSC11 registra lucro de R$ 21,9 mi e anuncia dividendos

KNSC11 registra lucro de R$ 21,9 mi e anuncia dividendos
Foto: Suno/Banco

O KNSC11 reportou lucro líquido de R$ 21,9 milhões em abril de 2024, alinhado ao resultado gerado por suas operações em CRIs. As despesas do fundo somaram R$ 1,9 milhão no período, mantendo a eficiência operacional dentro do esperado para o segmento. A distribuição de proventos foi confirmada e segue a política de transparência adotada pela gestão.

Para o mês, o fundo anunciou dividendos de R$ 0,10 por cota, com pagamento previsto para 14 de maio de 2026. O valor indica estabilidade na geração de caixa e reforça o apelo do produto a investidores de renda. O calendário e a elegibilidade seguem as regras habituais do mercado.

Com preço médio de R$ 9,19 por cota, o rendimento do KNSC11 foi de 1,09% ao mês, líquido para pessoas físicas. Os proventos permanecem isentos de Imposto de Renda, o que melhora o retorno efetivo do cotista em comparação a alternativas tributadas. Essa dinâmica reforça a atratividade do fundo em cenários de juros elevados.

A gestão destacou que a distribuição equivale a 100% da taxa DI no período, ou 117% do CDI quando considerado o gross-up de 15% de IR. Esse referencial facilita a comparação com aplicações tradicionais. No mercado secundário, as cotas movimentaram R$ 118,49 milhões em abril, com média diária próxima de R$ 5,92 milhões, sinalizando boa liquidez para entrada e saída de posições.

O fundo imobiliário KNSC11 mantinha 98,3% do patrimônio líquido em ativos-alvo ligados a CRIs e FIIs ao final do mês, além de 2,5% em LCIs e 9,1% em instrumentos de caixa. A parcela de CRIs indexados ao IPCA representava 60,6% do portfólio, com remuneração média de IPCA + 10,38% ao ano e prazo médio de 7,1 anos.

Já os CRIs atrelados ao CDI somavam 37,6% do patrimônio, com taxa média de CDI + 3,18% ao ano e prazo médio de 3,7 anos. O prazo médio consolidado da carteira ficou em 5,7 anos, com duration de 2,4 anos, equilibrando retorno e sensibilidade a variações de juros.

Essa combinação entre ativos indexados à inflação e ao CDI busca mitigar riscos e aproveitar diferentes ciclos econômicos, mantendo previsibilidade nos proventos. A política de alocação, somada à liquidez consistente no secundário, sustenta a tese de renda recorrente e diversificação.

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