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KNCR11 divulgou resultados de setembro com 1,11% de yield mensal

KNCR11 divulgou resultados de setembro com 1,11% de yield mensal
JPMorgan eleva recomendação para ações brasileiras e vê potencial de valorização de até 20%. Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário KNCR11 apurou resultado líquido de R$ 120,1 milhões em setembro de 2026, conforme o relatório gerencial mais recente. O montante equivale a R$ 1,12 por cota e ficou abaixo do verificado em agosto, quando o veículo registrou R$ 127,8 milhões, ou R$ 1,19 por cota.

A maior parte das receitas veio dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), que responderam por R$ 104,2 milhões. As aplicações em outros fundos imobiliários contribuíram com R$ 9,2 milhões e as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) adicionaram R$ 7,1 milhões.

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O FII também registrou R$ 9,8 milhões provenientes de instrumentos de caixa. Considerando despesas de R$ 10,3 milhões, o resultado líquido do mês somou R$ 120,1 milhões. Segundo a administração, a manutenção da taxa Selic em patamar elevado favoreceu a remuneração dos investimentos em setembro.

Na distribuição referente ao período, foram destinados R$ 121 milhões aos cotistas, equivalentes a R$ 1,13 por cota, com pagamento programado para 14 de outubro de 2026. O valor anunciado corresponde a um dividend yield mensal de 1,11%, calculado com base na cota média de ingresso de R$ 102,12 adotada no relatório.

Em relação à taxa DI, a remuneração foi de 102% no mês. Após o ajuste tributário de 15% (gross-up), a equivalência atingiu 120% do CDI. O pagamento ficou abaixo do observado em agosto, quando os dividendos totalizaram R$ 123,2 milhões, ou R$ 1,15 por cota.

Embora a distribuição de setembro tenha superado ligeiramente o resultado líquido do período, o fundo encerrou o mês com R$ 0,37 por cota em resultados acumulados ainda não distribuídos.

KNCR11 registra recuo no resultado e detalha distribuição

O relatório destaca a composição de receitas com predominância dos CRIs, seguida por rendimentos de outros fundos imobiliários e LCIs, além do retorno de instrumentos de caixa. As despesas foram estáveis na comparação mensal, e a administração atribuiu o patamar de remuneração à política monetária vigente, em especial à taxa Selic elevada.

A distribuição de R$ 1,13 por cota considerou a geração de caixa do período e manteve a política de repasse aos cotistas. O dividend yield mensal de 1,11% refletiu a referência da cota média de ingresso de R$ 102,12. Na ótica relativa, o desempenho representou 102% da taxa DI no mês e, após o gross-up de 15%, 120% do CDI.

Em agosto, o pagamento havia somado R$ 123,2 milhões, ou R$ 1,15 por cota. Mesmo com a diferença na comparação mensal, o FII preservou R$ 0,37 por cota em resultados não distribuídos ao fim de setembro.

KNCR11 faz R$ 1,19 bilhão em novas alocações e reforça crédito

O relatório de setembro de 2026, preparado no início de outubro, apresentou um conjunto de novas operações de crédito imobiliário. Desde a divulgação anterior, a gestão realizou investimentos de R$ 1,1879 bilhão, com remuneração média de CDI + 1,76% ao ano. O levantamento inclui transações concluídas nos dois primeiros dias úteis de outubro.

Entre as movimentações, houve a aquisição de R$ 250 milhões em cotas seniores de um fundo imobiliário lastreado em imóvel na Rodovia Castello Branco, ocupado por uma empresa do setor farmacêutico. Outra operação destinou R$ 240 milhões ao financiamento de uma carteira de cinco shopping centers adquirida pelo TRXF.

O fundo também ampliou a exposição ao segmento residencial de alto padrão em operações relacionadas a empreendimentos administrados pela JFL. Os investimentos vinculados aos edifícios JFL125, AVNU e JML747 totalizaram R$ 401,4 milhões.

Além disso, foram alocados R$ 108,5 milhões em uma estrutura de crédito associada ao Shopping Jaraguá Araraquara. A gestão ainda adquiriu recebíveis imobiliários originados de empréstimos garantidos por imóveis residenciais, incluindo operações de empresas como CashMe e Creditas.

As novas alocações reforçam a carteira de crédito, com diversificação por tipo de ativo e perfil de devedor, e mantêm a aderência à remuneração atrelada ao CDI, conforme a estratégia reportada no documento gerencial.

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