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FII lucra R$ 6,2 milhões e anuncia mudanças na carteira; confira

FII lucra R$ 6,2 milhões e anuncia mudanças na carteira; confira
Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário JSAF11 apurou resultado de R$ 6,27 milhões em setembro de 2026, equivalente a R$ 0,081 por cota. Segundo o relatório gerencial, as receitas somaram R$ 6,74 milhões, frente a despesas de R$ 468,7 mil.

A carteira de fundos imobiliários respondeu por R$ 5,30 milhões das receitas. Outros ativos financeiros adicionaram R$ 1,13 milhão, os CRIs contribuíram com R$ 193,2 mil e ganhos de capital e receitas extraordinárias totalizaram R$ 117,1 mil.

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JSAF11 ajusta portfólio e amplia exposição a imóveis

Os dividendos de setembro atingiram R$ 6,20 milhões, correspondentes a R$ 0,080 por cota. A distribuição representou 98,9% do resultado mensal e preservou saldo acumulado de R$ 0,012 por cota.

Com base na cotação de R$ 7,08, o dividend yield mensal foi de 1,13%, o que equivale a 14,43% anualizados, de acordo com a gestão.

Entre janeiro e setembro, o resultado acumulado alcançou R$ 56,47 milhões sobre receitas de R$ 61,06 milhões. No período, as distribuições somaram R$ 55,82 milhões, ou R$ 0,720 por cota.

Desempenho de mercado e projeções do fundo

Em setembro, o retorno total de mercado ficou em 1,70%, ante recuo de 0,20% do IFIX. Para outubro a dezembro, a gestão projetou rendimentos mensais entre R$ 0,075 e R$ 0,095 por cota, sem garantia de realização.

Alocação e maiores posições da carteira

Ao longo do mês, o FII vendeu 80% da posição em KNHY11, anteriormente classificada como alocação tática, e iniciou aportes em fundos de logística e lajes corporativas.

As aquisições consideraram descontos patrimoniais e a redução da vacância observada nos imóveis analisados.

No fim de setembro, cerca de 73% do patrimônio estava aplicado em cotas de FIIs, 21% em instrumentos de liquidez e 4% em CRIs.

As maiores posições incluíam FPAB11 (10,91%), RCRB11 (7,17%) e PSEC11 (5,76%), além de HREC11 (4,60%), RBRY11 (4,59%) e HSML11 (4,17%).

Por segmento, recebíveis representavam 31% dos ativos, lajes corporativas 29%, fundos de fundos 22%, logística 4%, shopping centers 4% e renda urbana 2%.

O portfólio mantinha aproximadamente R$ 149 milhões em ativos de liquidez e R$ 28 milhões em CRIs. A gestão informou que pretende aumentar a alocação desses recursos nos próximos meses, buscando novas oportunidades e reduzindo gradualmente a participação de caixa.

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