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IFIX sobe 0,16% e se aproxima de máximas recentes

IFIX sobe 0,16% e se aproxima de máximas recentes
Foto: Suno/Banco

O índice de fundos imobiliários encerrou a quarta-feira (1º) aos 3.876,65 pontos, alta de 6,08 pontos ou 0,16% frente ao pregão anterior. O movimento foi de continuidade da tendência positiva recente, com nova aproximação das máximas do período, reforçando o apetite por renda imobiliária listada.

Ao longo da sessão, o índice de fundos imobiliários oscilou entre 3.870,57 e 3.878,65 pontos. A abertura em 3.870,59 pontos já indicava viés comprador, e o IFIX permaneceu a maior parte do dia no terreno positivo, com baixa volatilidade intradiária.

Entre os destaques de alta, o CLIN11 liderou com valorização de 2,41%, fechando a R$ 92,67 e entregando o melhor desempenho percentual do dia entre os componentes do indicador. Em seguida, o PVBI11 avançou 2,04%, terminando a R$ 77,35, impulsionado por fluxo comprador consistente.

Do lado negativo, o ARRI11 teve a maior queda, recuando 5,88% para R$ 6,45, figurando como o pior resultado da sessão. Logo atrás, o VGRI11 cedeu 4,14%, encerrando a R$ 7,99 e compondo o grupo dos principais movimentos de baixa.

No agregado, a leitura do pregão sinaliza continuidade do apetite por exposição a tijolo e crédito imobiliário, ainda que com dispersão entre setores e estratégias. Para investidores, a seleção ativa segue determinante, com atenção a vacância, qualidade de locatários e gestão de alavancagem.

Com o índice de fundos imobiliários perto das máximas recentes, o mercado monitora próximos gatilhos, como temporada de resultados, revisões de laudos e dinâmica da curva de juros. A resiliência do fluxo pode sustentar novas tentativas de rompimento dos topos.

Em síntese, o índice de fundos imobiliários avança modestamente, sustentado por ganhos pontuais em papéis de alta liquidez, enquanto quedas concentradas em alguns fundos limitam uma alta mais robusta. O curto prazo segue construtivo, mas dependente do humor macro e da rotação setorial.

ACESSO RÁPIDO

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