O IFIX terminou o pregão desta segunda-feira (24) aos 3.677,98 pontos, queda de 0,11%. O recuo corresponde a 4,18 pontos frente ao fechamento anterior, que havia sido de 3.682,16 pontos, mantendo o índice no campo negativo no início da semana.
Ao longo da sessão, o índice de fundos imobiliários abriu aos 3.682,16 pontos, tocou a máxima intradiária de 3.687,16 pontos e desceu até a mínima de 3.671,20 pontos. A variação refletiu oscilações moderadas no grupo de fundos mais líquidos da B3.
Na janela das últimas 52 semanas, o fechamento desta segunda-feira permaneceu dentro da faixa observada no período. A mínima registrada foi de 3.430,10 pontos e a máxima alcançou 3.944,38 pontos, balizando o comportamento recente do indicador de referência dos FIIs.
IFIX registra queda e opera dentro da faixa de 52 semanas
O desempenho do dia posicionou o IFIX entre os extremos do último ano, sem romper níveis de suporte ou resistência do período. A movimentação mostrou um pregão sem direção única predominante, com o índice alternando ganhos e perdas até o encerramento.
A abertura no mesmo patamar do fechamento anterior, aos 3.682,16 pontos, antecedeu uma sessão de leve pressão vendedora. Mesmo assim, a máxima de 3.687,16 pontos evidenciou tentativas pontuais de recuperação ao longo do dia.
GGRC11 lidera negócios do dia
Entre os fundos imobiliários mais negociados, o GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária) movimentou 3,16 milhões de cotas e recuou 0,66% no pregão. Na sequência, o MXRF11 (Maxi Renda) registrou volume de 2,78 milhões de cotas, com queda de 0,65% no fechamento.
O GARE11 (Guardian Real Estate) somou 1,04 milhão de cotas negociadas e caiu 0,12% na sessão. Já o TRXF11 (TRX Real Estate) contabilizou 976,09 mil cotas e encerrou com baixa de 1,60%, enquanto o CPTS11 (Capitânia Securities II) teve 895,68 mil cotas negociadas e avançou 0,27%.
A concentração de volume nesses fundos indicou maior liquidez em nomes tradicionais da carteira de investidores. Mesmo com desempenhos distintos entre eles, a soma das movimentações ajudou a balizar a oscilação do índice durante o dia.
No recorte de negócios, prevaleceu um quadro misto: alguns fundos de recebíveis e de tijolo registraram queda, enquanto outros conseguiram avanços pontuais. Esse comportamento contribuiu para a variação moderada do índice entre a máxima e a mínima intradiária.
Maiores oscilações dos FIIs
Nas maiores altas do pregão, o CACR11 (Cartesia Recebíveis Imobiliários) liderou os ganhos, com valorização de 6,19%, equivalente a R$ 0,95, fechando a R$ 16,48. Em seguida, o WHGR11 (WHG Real Estate) avançou 4,10%, acréscimo de R$ 0,34, e terminou o dia cotado a R$ 8,64.
Do lado das quedas, o TRBL11 (Tellus Rio Bravo Renda Logística) apresentou a maior baixa, com recuo de 3,56%, correspondendo a R$ 1,66, e encerrou a sessão a R$ 45,09. Logo após, o TGAR11 (TG Ativo Real) caiu 2,39%, o que representa R$ 1,05, concluindo o pregão a R$ 42,85.
Essas variações destacaram a heterogeneidade de desempenho entre segmentos de FIIs ao longo do dia. Enquanto alguns fundos de recebíveis mostraram avanços relevantes, outros veículos, como os voltados à logística e desenvolvimento, apareceram entre as principais quedas.
Em síntese, o fechamento aos 3.677,98 pontos manteve o IFIX alinhado ao intervalo observado nas últimas 52 semanas, com leve baixa de 0,11%. O volume se concentrou em nomes de ampla negociação, e o quadro final refletiu um pregão com ganhos e perdas distribuídos entre diferentes estratégias do mercado de fundos imobiliários.