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KNCR11 define novos rendimentos com pagamento em 14 de outubro

KNCR11 define novos rendimentos com pagamento em 14 de outubro
Foto: Suno/Banco

Os dividendos do KNCR11 referentes aos resultados de setembro de 2026 foram de R$ 1,13 por cota, valor inferior ao do mês anterior. O pagamento está programado para 14 de outubro aos investidores habilitados.

A definição de elegibilidade considerou a posição ao fim do pregão de 30 de setembro. Assim, quem detinha cotas nessa data participa da distribuição. Compras realizadas a partir da sessão seguinte não dão direito ao recebimento.

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O montante anunciado implica dividend yield mensal aproximado de 1,07%, calculado sobre a cotação de referência de R$ 104,80. Para pessoas físicas que atendem aos requisitos previstos na legislação aplicável aos fundos imobiliários, os rendimentos podem contar com isenção de Imposto de Renda.

Dividendos do KNCR11 e cronograma de pagamento

O pagamento dos proventos ocorrerá em 14 de outubro, conforme calendário informado pela gestão. Fará jus ao crédito quem estava posicionado no encerramento do pregão de 30 de setembro. As negociações a partir do dia útil subsequente já ocorreram sem direito aos valores.

A distribuição de R$ 1,13 por cota decorre do desempenho de setembro de 2026. O yield mensal aproximado de 1,07% reflete a comparação com a cotação de referência de R$ 104,80, e respeita o regime tributário previsto para fundos imobiliários.

Fundo investiu R$ 328,8 milhões em novos CRIs

O relatório mais recente da carteira, referente a agosto de 2026, registrou quatro novas operações de Certificados de Recebíveis Imobiliários, totalizando R$ 328,8 milhões em investimentos.

A maior alocação foi de R$ 183 milhões no CRI XP Log Prime Yield. A operação tem como lastro a aquisição de dois galpões logísticos de padrão AAA em Brasília e Contagem, ambos integralmente ocupados por empresas de primeira linha. A estrutura conta com alienação fiduciária dos imóveis e cessão fiduciária de recebíveis, com LTV de 60%.

Outra alocação de R$ 75 milhões foi destinada a um CRI atrelado a uma torre corporativa AAA situada na Marginal Pinheiros, em São Paulo, mantendo a ênfase da carteira em lastros de perfil institucional.

Crédito com garantia residencial recebe novas alocações

As demais operações envolvem carteiras de empréstimos garantidos por imóveis residenciais. Foram aplicados R$ 26,3 milhões em uma operação da Creditas e R$ 44,5 milhões em um CRI da CashMe, ampliando a diversificação em crédito com garantia real.

Após as movimentações de agosto, os ativos-alvo representavam 83,2% do patrimônio. As Letras de Crédito Imobiliário correspondiam a 13,7%, enquanto instrumentos de caixa somavam 3,1%. A estratégia seguiu concentrada em ativos imobiliários de renda fixa, com predominância de instrumentos pós-fixados e classificados pela gestão como de baixo risco de crédito, especialmente CRIs.

Pipeline do fundo soma R$ 1,48 bilhão

Ao término de agosto, novas operações permaneciam em avaliação. O pipeline informado pela gestão somava R$ 1,48 bilhão, incluindo negócios em estruturação e transações condicionadas ao cumprimento de etapas precedentes para desembolso.

As potenciais alocações estavam distribuídas pelos segmentos logístico, hoteleiro, residencial, farmacêutico e corporativo, além de shopping centers e crédito pulverizado. À época do relatório, a expectativa era de avanço dessas operações em janelas de até 60 dias.

Conforme as informações mais recentes divulgadas, a carteira não registrava eventos negativos de crédito ao fim de agosto. Os rendimentos referentes ao mesmo período foram pagos aos cotistas em 14 de setembro.

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