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VGIR11 confirma novos dividendos com yield mensal de 1,37%

VGIR11 confirma novos dividendos com yield mensal de 1,37%
Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário confirmou um novo pagamento de R$ 0,13 por cota aos cotistas, referente a julho de 2026. O depósito será efetuado em 19 de agosto de 2026, conforme o cronograma divulgado.

A distribuição alcança quem detinha cotas no encerramento do pregão de 12 de agosto de 2026. A partir da sessão seguinte, os papéis passaram a ser negociados sem direito ao provento.

Na cotação de fechamento de julho, de R$ 9,46, os dividendos representam um dividend yield mensal de aproximadamente 1,37%. Segundo a administradora, os rendimentos são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas que atendam aos requisitos da legislação vigente.

Carteira de CRIs do fundo e liquidez

Nas informações mais recentes, referentes a junho de 2026, o fundo imobiliário mantinha R$ 1,175 bilhão em certificados de recebíveis imobiliários, equivalentes a 82,9% do patrimônio líquido, distribuídos por 53 operações. Os 17,1% restantes estavam alocados em instrumentos de caixa, com caixa líquido de R$ 241,96 milhões ao fim do mês.

De acordo com a gestão, a estratégia segue priorizando a alocação de grande parte do patrimônio em CRIs. Ao mesmo tempo, o fundo preserva recursos em ativos líquidos para realizar novas alocações quando surgirem oportunidades atrativas no mercado.

O segmento residencial permanecia como a principal exposição do portfólio. Dentro da parcela investida em CRIs, 83,2% das operações estavam ligadas ao residencial. Os demais setores tinham participações menores: escritórios (9,0%), shopping centers (4,6%), BTS (1,7%) e pulverizado (1,5%).

Maiores posições e estratégia de indexação

Entre os CRIs de maior peso, o Helbor 137E era a principal posição, com R$ 92,45 milhões, o equivalente a 6,53% do patrimônio. Na sequência apareciam o Tecnisa 573E, com R$ 84,09 milhões e 5,94%, e o Helbor 79E 1S, com R$ 83,65 milhões e 5,90%. Também figuravam no topo o Helbor 40E, com 4,38%, o HBR 34E, com 4,02%, o Helbor 7E1S, com 3,95%, e o Matarazzo 340E, com 3,28%.

Toda a carteira permanecia exposta ao CDI no fechamento de junho. A administração informa que busca operações remuneradas pelo CDI mais prêmio, mantendo a opção de investir em ativos de inflação quando surgirem oportunidades adequadas.

Ao fim de junho, a taxa média de aquisição dos ativos estava em CDI + 4,63% ao ano. O cupom médio ponderado dos CRIs era de CDI + 3,95% ao ano e, considerando a marcação a mercado, a taxa média ponderada alcançava CDI + 3,98% ao ano.

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