A Cury (CURY3) divulgou um 4T25 robusto em relação aos resultados trimestrais, com lucro 62,9% maior na comparação anual. O humor positivo do mercado refletiu a combinação de resultados acima das estimativas e forte geração de caixa, reforçando a percepção de eficiência operacional da companhia.
No trimestre, o lucro líquido somou R$ 270 milhões, superando as projeções da LSEG de R$ 254 milhões. A receita líquida cresceu 37,2% ano a ano, alcançando R$ 1,42 bilhão, praticamente em linha com as expectativas de R$ 1,41 bilhão. Esses números mostram resiliência de demanda e disciplina na execução, mesmo em um ambiente competitivo.
A empresa reportou recorde de geração de caixa, com R$ 321,1 milhões no 4T25, expandindo 113,5% frente ao 4T23. Esse desempenho reforça a capacidade da Cury em converter vendas em caixa e sustentar investimentos, além de fortalecer a posição financeira para um novo ciclo de lançamentos.
Entre as casas de análise, o BTG Pactual elogiou a consistência operacional e resumiu o balanço como um “forte 4T em todos os aspectos”. O lucro por ação ficou 6% acima do esperado, apoiado por menores despesas administrativas, evidenciando ganhos de eficiência. O banco reiterou recomendação de compra, com preço-alvo de R$ 44, sugerindo potencial de valorização de 23%.
Com a performance recente, a Cury (CURY3) consolida seu histórico de execução e mantém um ritmo saudável de crescimento. A combinação de expansão de receita, margens sustentadas e sólida geração de caixa contribui para a atratividade do papel frente aos pares do setor.
Para investidores, os destaques do 4T25 — lucro acima do consenso, receita em linha e caixa recorde — ajudam a sustentar a tese de continuidade do ciclo positivo. A orientação do BTG, aliada ao potencial apontado pelo preço-alvo, reforça o case de curto e médio prazos para a Cury (CURY3) no mercado acionário.