O XPML11 manteve a distribuição de R$ 0,92 por cota para maio de 2026, repetindo o valor praticado nos últimos dois anos. O pagamento ocorre em 25 de maio, referente à competência de abril, e contempla investidores com posição até 18 de maio de 2026. Com a cota encerrando abril a R$ 111,26, o rendimento do XPML11 implica um Dividend Yield mensal aproximado de 0,83%.
A distribuição anterior, igualmente de R$ 0,92 por cota, foi paga em 24 de abril aos cotistas com posição em 16 de abril. A consistência na política de proventos reforça a previsibilidade do fluxo de caixa ao investidor e sustenta a atratividade do fundo no segmento de shoppings.
A estrutura do XP Malls, que inclui Omni Malls e Neomall, acumulou R$ 2,99 por cota em resultados não distribuídos até fevereiro de 2026, considerando a base após a 14ª emissão. Esse colchão reforça a capacidade do fundo de preservar a regularidade dos repasses, mesmo em cenários de maior volatilidade.
Indicadores operacionais de fevereiro sinalizaram aceleração. As vendas médias alcançaram R$ 1.620 por metro quadrado, avanço de 11,9% ante 2025. O NOI caixa por metro quadrado atingiu R$ 130, crescimento de 10,5% em doze meses. Os indicadores de Same Store Sales e Same Store Rent subiram 4,5% e 5,3%, respectivamente, mostrando tração nas operações.
Em 4 de maio de 2026, o fundo concluiu a alienação de sua participação de 30% na SPE Cidade Jardim Shops, dona do Shops Jardins. A compradora foi a JHSF Capital Malls FII, que desembolsou R$ 20.000.018,36 na transação, alinhando o portfólio a uma estratégia de rotação de ativos e reciclagem de capital.
No mercado secundário, houve cerca de 2,5 milhões de negócios no mês, somando aproximadamente R$ 281 milhões em volume. A liquidez média diária ficou em R$ 14 milhões, recuo de 23,6% frente ao mês anterior, movimento que acompanha a normalização pós-eventos corporativos relevantes. Com isso, o dividendos do XPML11 segue amparado por fundamentos operacionais e disciplina na gestão.