O fundo imobiliário (FII) SNCI11 pagará R$ 1,00 por cota, conforme comunicado ao mercado. O pagamento ocorrerá em 25 de junho de 2026; a data-base é 15 de junho de 2026 e as cotas ficam “ex-rendimentos” no pregão seguinte.
Quem tem direito? Os cotistas com posições ao fim do pregão de 15 de junho de 2026; as cotas ficam “ex-rendimentos” no dia útil seguinte.
Quando ocorre o crédito? Em 25 de junho de 2026, diretamente na conta das corretoras dos investidores habilitados.
Qual o yield mensal? Aproximadamente 1,12%, considerando o fechamento de maio em R$ 88,92.
E o anualizado? Cerca de 13,49% ao ano, sem reinvestimento dos proventos.
SNCI11 lucra R$ 4,5 mi e acumula rentabilidade de 21,26% acima do IFIX
Qual foi o resultado de abril? Aproximadamente R$ 4,55 milhões, ou R$ 1,084 por cota. A distribuição permaneceu em R$ 1,00 por cota, elevando o acumulado a R$ 0,34 por cota.
O que indica o relatório gerencial? Gestão ativa dos CRIs, com reciclagem de ativos, recuperação de crédito e foco em previsibilidade de dividendos.
Que movimentação se destacou? Quitação antecipada do CRI Primato, de cerca de R$ 8,7 milhões.
Qual o prazo original e o efeito? O vencimento era 2032; o encerramento antes do prazo contribuiu positivamente para o resultado.
Houve novas aquisições? Sim. Aproximadamente R$ 14,2 milhões em cinco CRIs: LocPay Sênior, AXS III, Comporte, Copagril e MZM Série 1.
E operações de tesouraria? Uma compromissada ativa de cerca de R$ 6 milhões, com retorno prefixado de 25% ao ano.
SNCI11 mantém guidance de dividendos
Qual o guidance para o 2T26? Entre R$ 1,00 e R$ 1,10 por cota.
Qual a diretriz da gestão? Equilibrar previsibilidade de rendimentos, recuperação de crédito e maturação das operações imobiliárias.
Como está a liquidez e alavancagem? Caixa de aproximadamente R$ 19,2 milhões e alavancagem líquida praticamente neutra, de -0,12% do patrimônio líquido.
Qual a base e o patrimônio? Cerca de 35,3 mil cotistas, patrimônio líquido próximo de R$ 441 milhões e cota patrimonial de R$ 96,82.