O Fiagro SNAG11 realiza nesta quinta-feira (25) o pagamento de uma nova distribuição de rendimentos aos cotistas. O fundo depositará R$ 0,12 por cota aos investidores posicionados no encerramento do pregão de 15 de junho.
As cotas passaram a ser negociadas na condição de “ex-rendimentos” a partir da sessão seguinte à data-base. O crédito dos dividendos ocorre diretamente nas contas das corretoras dos investidores habilitados.
Considerando o preço de fechamento das cotas em maio, de R$ 10,48, a distribuição equivale a um dividend yield mensal de aproximadamente 1,15%. Em base anualizada, o patamar indica retorno próximo de 13,7% ao ano, sem considerar o reinvestimento dos rendimentos ao longo do período.
SNAG11 tem 30,82% acima da poupança em 12 meses
Uma aplicação de R$ 5 mil no fundo feita há 12 meses apresentou resultado superior ao da poupança no mesmo intervalo, segundo o simulador do Funds Explorer. A comparação considera o desempenho total, somando proventos e valorização patrimonial.
Para o investidor que aportou R$ 5.000, o montante atual indicado é de R$ 6.933,53, enquanto na poupança seria R$ 5.300,00 — uma diferença de 30,82% a favor do fundo. No cálculo detalhado, os dividendos somaram R$ 759,50 nos últimos 12 meses, isentos de Imposto de Renda para pessoa física.
Além disso, a valorização das cotas elevou o valor patrimonial para R$ 6.174,03 no período. A soma desses componentes resultou no total de R$ 6.933,53, um ganho absoluto de R$ 1.633,53 sobre a poupança.
O Fiagro é negociado atualmente a R$ 10,20 por cota. Em 12 meses, o fundo acumulou alta de 23,49%, com mínima de R$ 8,26 e máxima de R$ 10,69 nas últimas 52 semanas, em um ciclo favorável do portfólio agro e com gestão ativa voltada à renda recorrente.
Tese e carteira do Fiagro
O fundo é um Fiagro híbrido da Suno Asset, com foco no financiamento da cadeia agropecuária. Seu portfólio inclui CRAs, propriedades rurais, cotas de outros Fiagros e FIDCs, buscando diversificação por segmentos e originação ampla.
A carteira atual reúne 11 ativos com exposição a 264 devedores, majoritariamente produtores rurais. A estratégia busca mitigar riscos por meio da pulverização e da seleção de operações ao longo da cadeia do agronegócio.