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RBIR11 fará amortização de R$ 10,5 mi em 19 de junho

RBIR11 fará amortização de R$ 10,5 mi em 19 de junho
Crédito Privado. Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário RBIR11 aprovou uma amortização extraordinária de R$ 10,5 milhões, equivalente a R$ 6,868963081 por cota. Terão direito ao recebimento os investidores com posição em 31 de março de 2026, data de corte definida pela administradora. A medida reduz o patrimônio do FII, sem alterar o número de cotas emitidas, e integra o processo de desinvestimento do portfólio.

A amortização parcial de capital será paga em 19 de junho de 2026. Esse tipo de operação é comum em FIIs de prazo determinado e visa devolver recursos aos cotistas conforme os ativos amadurecem e são monetizados. Para fins fiscais, a amortização principal tem tratamento específico, e a administradora orienta os investidores a acompanharem as comunicações oficiais.

A administradora prorrogou, pela segunda vez, o prazo para envio do custo médio unitário de aquisição das cotas, devido à baixa participação dos cotistas. O envio correto dessas informações garante o tratamento fiscal adequado da palavra-chave principal. O prazo, iniciado em 2 de abril de 2026, foi estendido até 5 de junho de 2026, com período de apuração entre 8 e 12 de junho. Investidores que já enviaram o formulário poderão corrigir dados de 8 a 16 de junho de 2026.

Cotistas devem verificar se o cadastro está atualizado e se o formulário foi preenchido com o custo médio correto, evitando divergências em informes e na apuração de imposto. Além disso, é recomendável consultar o canal de RI da gestora para acompanhar comunicados e eventuais ajustes no cronograma. Pagamentos serão efetuados conforme os procedimentos padrão da B3 e do administrador.

Como funciona o fundo imobiliário RBIR11? O FII concluiu seu ciclo de investimentos em fevereiro de 2022, após montar um portfólio de 16 empreendimentos residenciais. Com duração determinada de 72 meses a partir de fevereiro de 2020, o fundo dedicou os primeiros 24 meses à alocação de capital e os 48 meses seguintes à maturação dos projetos.

Na fase atual, o foco é o desinvestimento e a devolução de capital aos cotistas, por meio de amortizações como a anunciada. Essa estratégia busca maximizar a eficiência na saída dos ativos, preservando valor e distribuindo recursos de modo ordenado. Ao fim do prazo, espera-se a liquidação integral do portfólio e o encerramento do FII, alinhado ao regulamento.

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