A Equatorial (EQTL3) divulgou nesta quinta-feira (29) seu release operacional prévio do terceiro trimestre de 2026, mostrando avanço de 9,7% na energia injetada bruta consolidada de suas distribuidoras. O resultado, ainda não auditado, foi impulsionado pelas classes residencial, comercial, rural e poder público, além da expansão da micro e minigeração distribuída.
Perguntas frequentes sobre a energia injetada da Equatorial
Qual foi o crescimento da energia injetada da Equatorial no terceiro trimestre de 2026?
A energia injetada bruta consolidada das distribuidoras da companhia cresceu 9,7% no 3T26 em comparação com o mesmo período de 2025, segundo dados prévios e não auditados.
O que explicou o aumento da energia injetada no período?
O avanço foi impulsionado pelo consumo das classes residencial, comercial, rural e poder público, além da expansão da micro e minigeração distribuída. Condições climáticas mais intensas, ligadas ao El Niño, também elevaram o consumo.
Como evoluiu o Mercado Fio B da Equatorial no trimestre?
O Mercado Fio B consolidado cresceu 4,9% na base ajustada, que desconsidera mudanças contábeis no Maranhão, Pará e Alagoas. Sem os ajustes, o crescimento reportado foi de 2,1%.
Quais distribuidoras tiveram os maiores avanços no Mercado Fio B?
Amapá liderou com alta de 11,4%, seguido por Alagoas com 11%. Pará, Goiás, Maranhão e Piauí também registraram crescimento, entre 4,2% e 7,1%.
Como ficaram as perdas na distribuição de energia da Equatorial?
As perdas na distribuição, medidas em 12 meses, somaram 18,1% no 3T26, alta de 0,1 ponto percentual frente ao ano anterior, mas ainda 0,8 ponto abaixo do limite regulatório.
Qual foi o desempenho da geração renovável da Equatorial no período?
A geração renovável líquida somou 1.507,9 GWh, alta de 14,3% ante o 3T25, impulsionada pela queda de 34,8% na incidência de constrained-off no período.
Como se comportou o segmento de saneamento da Equatorial?
O volume faturado de água caiu 7,7%, para 5.031,5 mil m³, enquanto o de esgoto cresceu 7,1%, para 1.137 mil m³. As perdas na distribuição de água subiram 4,9 pontos percentuais, para 67,8%.
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