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Neoenergia (NEOE3) amplia rede de transmissão após leilão da Aneel

Neoenergia (NEOE3) amplia rede de transmissão após leilão da Aneel
Neoenergia (NEOE3). Foto: Pexels

A Neoenergia (NEOE3) venceu dois lotes no leilão de transmissão promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica nesta sexta-feira (30), com Receita Anual Permitida conjunta de R$ 127,9 milhões. Os projetos ficam na Bahia e na Paraíba e preveem investimentos de R$ 1,4 bilhão, segundo estimativa da própria agência reguladora.

Perguntas frequentes sobre Neoenergia (NEOE3)

O que a Neoenergia arrematou no leilão da Aneel?

A companhia venceu os lotes 1 e 7, que somam 834 quilômetros de linhas de transmissão. Desse total, 351 quilômetros serão construídos e 483 quilômetros já existem e foram incorporados aos novos contratos.

Qual é a receita esperada com os novos lotes?

Os dois projetos juntos devem gerar uma Receita Anual Permitida de R$ 127,9 milhões para a empresa, conforme definido no leilão realizado pela Aneel.

Quais estados serão beneficiados pelos projetos?

O lote 1 está localizado na Bahia e reúne 238 quilômetros de linhas novas somados a 483 quilômetros já existentes, com capacidade de transformação de 700 MVA. Já o lote 7 fica na Paraíba e prevê 113 quilômetros de novas linhas, com capacidade de 2.100 MVA.

Quando as novas linhas entrarão em operação?

O prazo estimado é de até 48 meses para o lote da Bahia e de até 42 meses para o lote da Paraíba, contados a partir da assinatura dos contratos.

Qual é a duração das concessões conquistadas pela Neoenergia?

As concessões terão validade de 30 anos, com início previsto a partir da assinatura dos contratos, agendada para fevereiro de 2027.

Como a aquisição se relaciona com a parceria da Neoenergia com o GIC?

A conquista dos lotes ocorre logo após a ampliação da parceria com o fundo GIC no segmento de transmissão, concluída em setembro. Juntas, as duas empresas somam 16 ativos e 6,7 mil quilômetros de linhas, avaliados em cerca de R$ 25,5 bilhões, com RAP conjunta de aproximadamente R$ 2 bilhões. A Neoenergia detém 51% dessa plataforma, enquanto o GIC fica com os 49% restantes.

Quem acompanha o desempenho da companhia pode usar a ferramenta de valuation, histórico de preços e indicadores fundamentalistas do Status Invest para analisar o impacto desses novos contratos nos resultados futuros.

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