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Como fornecedores viram brecha para ataques a bancos

Como fornecedores viram brecha para ataques a bancos
Erro humano segue abrindo portas para ataques cibernéticos. Foto: Pixabay

Fornecedores de tecnologia que atendem bancos tornaram-se, segundo avaliação recente da TIVIT, porta de entrada para ataques cibernéticos contra o sistema financeiro. Thiago Tanaka, diretor de Cibersegurança da empresa, afirma que o comprometimento de um único prestador pode abrir caminho para atingir várias instituições conectadas a ele.

Perguntas frequentes sobre ataques cibernéticos no setor bancário

Por que fornecedores de bancos são alvo de ataques cibernéticos?

Porque muitos mantêm conexões diretas com os sistemas bancários. Ao comprometer um fornecedor, criminosos podem usar essas conexões legítimas para alcançar diferentes instituições que dependem do mesmo serviço.

O que é a arquitetura de confiança zero citada pela TIVIT?

É um modelo de segurança, também chamado Zero Trust, que exige verificação contínua antes de autorizar qualquer acesso. Nele, nenhuma conexão é considerada segura apenas por vir de um usuário ou parceiro já conhecido.

Quais tipos de empresas precisam reforçar a proteção além dos bancos?

Segundo a TIVIT, provedores de infraestrutura, integradores de sistemas e fintechs intermediárias também devem integrar a estratégia de segurança das instituições financeiras, já que operam como extensão dos bancos.

Qual o principal desafio para modernizar a segurança dos bancos?

Os sistemas que controlam contas, empréstimos e compensações foram criados há décadas. Conectar ferramentas modernas a essas estruturas pode ampliar a superfície exposta a invasores, segundo Thiago Tanaka.

É possível substituir completamente os sistemas antigos dos bancos?

Thiago Tanaka descarta essa opção pelo risco à continuidade das operações. Ele defende modernização gradual, com camadas adicionais de proteção sobre a infraestrutura já existente, sem interromper os serviços.

Como os bancos podem reduzir a exposição a ataques vindos de terceiros?

Controlar o acesso de fornecedores e integrar ferramentas de detecção de fraudes em tempo real aos sistemas bancários são medidas apontadas pela TIVIT como centrais para reduzir riscos.

Para acompanhar como bancos listados em bolsa lidam com riscos operacionais e tecnológicos, o Status Invest disponibiliza indicadores fundamentalistas, histórico de preços e ferramentas de valuation para análise dessas instituições.

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