Os cotistas do fundo imobiliário KNCR11 aprovaram a 13ª emissão de cotas, que poderá ofertar até 24.387.865 novas unidades. O preço inicial foi definido em R$ 102,51 por cota, estimando um volume potencial próximo de R$ 2,5 bilhões, sem considerar o lote adicional. A oferta poderá ser conduzida em até duas séries e terá distribuição sob o regime de melhores esforços, condicionada ao registro na Comissão de Valores Mobiliários, pelo rito automático da Resolução CVM 160.
A deliberação ocorreu em Assembleia Geral Extraordinária realizada em 24 de setembro de 2026. Participaram investidores que representavam 1,57% das cotas emitidas e em circulação do fundo, e a proposta recebeu votos favoráveis equivalentes a 1,27% das cotas. O Itaú BBA será o coordenador líder da operação.
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Além das 24,39 milhões de cotas iniciais, a emissão poderá contar com lote adicional de até 25% da quantidade ofertada, o que permitiria a colocação de outras 6.096.966 cotas. A distribuição parcial é admitida, desde que sejam alocadas pelo menos 292.654 novas cotas. A oferta será destinada a investidores em geral e seguirá os procedimentos de mercado para subscrição e liquidação.
Preço das novas cotas do KNCR11
O valor de R$ 102,51 por cota corresponde ao valor patrimonial do FII na data-base de 31 de julho de 2026. Esse montante poderá ser ajustado conforme a variação patrimonial do fundo até o período imediatamente anterior ao lançamento da oferta, preservando a referência ao valor patrimonial por cota.
Na segunda série, a integralização terá dinâmica distinta. O preço será atualizado pelo valor patrimonial por cota apurado no dia útil anterior a cada integralização. Também poderá incidir taxa de distribuição primária de até 2% sobre o valor atualizado da nova cota, destinada à cobertura dos custos da oferta, conforme previsto nos documentos da operação.
Direito de preferência no KNCR11
Os atuais cotistas terão direito de preferência na subscrição, com fator de até 0,227733225167234 nova cota para cada cota detida na data de referência, com arredondamento para baixo das frações. O mecanismo possibilita que os investidores mantenham sua participação proporcional no patrimônio do fundo, conforme a posição já detida.
O direito de preferência poderá ser cedido, de forma gratuita ou onerosa, a outros cotistas ou a terceiros, seguindo as regras e os prazos operacionais da B3 e do escriturador. Caso sobrem cotas após o período de preferência, quem o exerceu poderá participar da subscrição das sobras, observadas as condições a serem detalhadas nos materiais da distribuição.
As novas cotas serão distribuídas no mercado primário pelo Sistema de Distribuição de Ativos e, posteriormente, admitidas à negociação na B3. Os papéis permanecerão bloqueados para negociação até o encerramento da operação e a conclusão dos procedimentos necessários para a liberação no mercado secundário, conforme as etapas regulatórias e operacionais previstas.
A estrutura da oferta, o cronograma e os documentos definitivos dependerão do registro na CVM, sob o rito automático da Resolução CVM 160. O coordenador líder, Itaú BBA, será responsável pela condução dos trabalhos de distribuição, incluindo a eventual formação de sindicato de instituições participantes, seguindo o regime de melhores esforços para a colocação das cotas.
A aprovação em assembleia, as condições de preço atreladas ao valor patrimonial e o direito de preferência delineiam os principais parâmetros desta 13ª emissão. A combinação de séries, a possibilidade de lote adicional de até 25% e a admissão de distribuição parcial, a partir de 292.654 novas cotas, compõem o desenho operacional informado aos investidores.