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IFIX cai pela 5ª vez seguida e fecha sessão em leve baixa

IFIX cai pela 5ª vez seguida e fecha sessão em leve baixa
JSAF11: fundo imobiliário paga dividendos de quase 1% ao mês

O IFIX emplacou o quinto pregão consecutivo de queda nesta sexta-feira (20), fechando a 3.861,84 pontos, com recuo de 0,06% (-2,21 pontos) ante o encerramento anterior. O movimento confirma a sequência de perdas e mantém o índice pressionado no curto prazo, mesmo com a oscilação contida ao longo do dia.

Durante a sessão, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a mínima de 3.856,76 pontos e a máxima de 3.870,23 pontos. A abertura ocorreu em 3.864,08 pontos, praticamente estável em relação ao fechamento prévio de 3.864,05. Em um pregão de pouca volatilidade, prevaleceu o viés vendedor.

O indicador trabalhou em faixa estreita e encerrou abaixo do patamar da véspera, reforçando a leitura de cautela entre investidores de FIIs. Em um ambiente de aversão ao risco, a seletividade aumentou e as altas ficaram concentradas em poucos fundos.

Semanalmente, o IFIX acumulou baixa de 17,68 pontos na comparação com a sexta-feira (13), quando terminou a 3.879,52 pontos. O desempenho equivale a queda de 0,46% na semana, refletindo ajustes pontuais e realização após recentes movimentos de recomposição de carteiras.

Entre os destaques positivos, SNFF11 (FII Suno FOF) avançou 2,30%, encerrando a R$ 73,79, enquanto PCIP11 (Patria Credito Imobiliario Indice) subiu 2,16%, fechando a R$ 86,13. Esses ganhos pontuais ajudaram a mitigar a pressão negativa, mas não foram suficientes para reverter o saldo do dia.

Nas quedas, BRCR11 (BTG Pactual Corporate Office Fund) recuou 2,08%, cotado a R$ 47,00, e ITRI11 (Itaú Total Return FII) caiu 1,79%, a R$ 84,84. A performance mais fraca desses papéis pesou sobre o humor do segmento corporativo e multifundos.

No balanço final, o IFIX manteve a sequência negativa, ainda que com variação modesta na sessão. Investidores seguem atentos ao comportamento das taxas de juros e aos relatórios gerenciais, que podem redefinir expectativas para dividendos e preços de cotas nas próximas semanas.

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