O fundo imobiliário fundo imobiliário IBBP11 anunciou a distribuição de rendimentos de R$ 0,0737 por cota aos investidores com posição até 8 de abril de 2026, com pagamento previsto para 16 de abril. Considerando o preço de fechamento de R$ 8,10 por cota em março, o provento equivale a um dividend yield mensal de aproximadamente 0,91%, reforçando a atratividade da estratégia de renda do portfólio.
Em fevereiro de 2026, o IBBP11 reportou resultado líquido de cerca de R$ 5,5 milhões, mantendo 100% de ocupação física e 100% de adimplência. Esses indicadores operacionais sustentam o fluxo de caixa e dão previsibilidade às futuras distribuições de rendimentos, mesmo em um cenário de juros ainda elevados e competição acirrada no segmento logístico.
As obras dos edifícios Jacarandá e Jequitibá, projetados para a MCassab, alcançaram 10,1% de execução. A entrega está programada para o quarto trimestre de 2026, com potencial de incremento de receita após a conclusão. A adoção de cronograma rigoroso e contratos de locação pré-estruturados busca mitigar riscos de desenvolvimento e fortalecer a geração de caixa do fundo imobiliário.
Base de ativos do fundo imobiliário
Aquisições recentes ampliaram a base de ativos do fundo. Em Extrema (MG), o IBBP11 concluiu a compra de dois imóveis logísticos que somam 18,3 mil m² de ABL. Os ativos estão totalmente locados para as empresas Volo e Ar Frio, locatárias com bom perfil de crédito, o que contribui para a estabilidade do portfólio e diluição do risco de vacância no curto prazo.
A assembleia de cotistas aprovou três deliberações relevantes para a estrutura de capital. Foi confirmada a 5ª emissão de cotas ordinárias destinada a investidores profissionais, com renúncia ao direito de preferência. Além disso, passou a 2ª emissão de cotas seniores via registro automático da Resolução CVM 160, com integralização das novas cotas seniores com deságio de 15%.
Essas medidas integram uma reorganização estratégica mais ampla, que contempla a liquidação posterior do Invista Industrial e a redistribuição de ativos aos cotistas. O processo de reestruturação deve ser concluído no quarto trimestre de 2026, alinhado ao cronograma de obras e aquisições, reforçando a tese do fundo imobiliário e a consistência dos futuros rendimentos.