O fundo imobiliário GRUL11 (Icatu Vanguarda GRU Logístico FII) firmou contrato de subcessão para um módulo de 1.988 m² no Parque Logístico Aero I, conforme comunicado de 18 de março de 2026. A área está localizada no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e integra um complexo logístico com alta demanda por operações de última milha. O anúncio reforça a continuidade operacional do portfólio e a estratégia de manter ocupação integral dos ativos.
O espaço corresponde ao Módulo 17 do Galpão G200, atualmente sob posse da Tex Courier (Total Express), que deixará o imóvel até 6 de abril de 2026. A transição está estruturada para que o novo ocupante assuma imediatamente após a saída, evitando períodos de desocupação. Com isso, o fundo imobiliário preserva sua taxa de vacância em 0%, um indicador relevante para a previsibilidade de receitas.
Em fato relevante de 16 de outubro de 2025, a Tex Courier comunicou a não renovação do contrato, abrindo caminho para a substituição planejada do subcessionário. A gestão conduziu o processo de forma a mitigar riscos de fluxo de caixa e manter a performance operacional. A confirmação de vacância zero indica coordenação eficiente entre prazos de desmobilização e entrada do novo inquilino.
Detalhes econômicos do novo contrato, como valor de aluguel, prazo e garantias, não foram divulgados. Também não houve menção a impactos imediatos na distribuição de rendimentos aos cotistas. Essa ausência de informação impede, por ora, estimativas de alteração no yield, embora a manutenção da ocupação integral seja um sinal positivo. Entre as palavras-chave do setor, destacam-se termos como logística aeroportuária e sublocação, que contextualizam o ativo e a operação.
Perfil do fundo imobiliário GRUL11
O fundo detém direitos de exploração de três galpões logísticos no Aeroporto de Guarulhos, totalizando 43.274 m² de ABL. Os ativos foram adquiridos em 31 de julho de 2024, com concessão válida até fevereiro de 2062. A localização confere vantagem competitiva para operações de e-commerce, frete expresso e cross-docking.
O investimento foi estruturado com TIR alvo de IPCA + 10,18% ao ano, segundo informações públicas. As receitas de locação são compartilhadas entre o fundo imobiliário e a concessionária aeroportuária, alinhando interesses e sustentando a tese de renda recorrente. A confirmação do novo subcessionário reforça a estabilidade do portfólio e a atratividade do ativo.