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ALZC11 é destaque entre ganhos dos FIIs e fecha com alta superior a 2%

ALZC11 é destaque entre ganhos dos FIIs e fecha com alta superior a 2%
Imagem gerada por IA

As cotas do FII ALZC11 terminaram entre as maiores altas dos fundos monitorados nesta sexta-feira (24), com avanço de 2,05% e fechamento a R$ 7,47.

O fundo imobiliário iniciou a sua quarta emissão de cotas em oferta pública, que poderá captar até R$ 100 milhões. O objetivo é ampliar o patrimônio e fortalecer a estratégia de alocação em crédito imobiliário.

A operação contempla a emissão inicial de 10.736.938 novas cotas, ao preço de R$ 9,314 por unidade, já incluindo o custo unitário de distribuição. A oferta seguirá a Resolução CVM 160 e admite distribuição parcial caso o volume previsto não seja totalmente colocado.

Ao longo de maio, o fundo realizou ajustes na carteira, com redução de posições em fundos imobiliários e reestruturação de parte da exposição a Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs).

Segundo a gestora, essas movimentações afetaram pontualmente a receita do período, tanto pela realização de perdas em vendas quanto pela ausência temporária de alguns ativos nas datas de pagamento de rendimentos. Os efeitos foram absorvidos pelas reservas extraordinárias previamente constituídas para sustentar o processo de reciclagem do portfólio.

No encerramento do mês, 75,5% do patrimônio líquido permanecia investido em CRIs, com carrego próximo de IPCA + 12% ao ano, enquanto os fundos imobiliários representavam 22% da carteira.

Emissão amplia capacidade de investimento

Com a nova oferta, o fundo busca reforçar a capacidade de realizar novas alocações e expandir o patrimônio, mantendo a estratégia voltada a ativos de crédito imobiliário.

As novas cotas serão emitidas pelo valor patrimonial, ao preço de R$ 9,314 cada, que já incorpora um custo unitário de distribuição de aproximadamente R$ 0,0136 por cota. Eventuais recursos remanescentes, após o pagamento das despesas da oferta, serão incorporados ao patrimônio do fundo.

A combinação de uma carteira majoritariamente alocada em CRIs, a manutenção de uma distribuição equivalente a 132% do CDI e a ampliação do patrimônio por meio da nova emissão, na avaliação da gestora, busca criar condições para sustentar o crescimento do fundo e sua capacidade de geração de renda no longo prazo.

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