O PCIP11 anunciou proventos de R$ 0,89 por cota para maio de 2026, superando o pagamento anterior e marcando o maior valor distribuído em seis meses. A data-com para os dividendos do PCIP11 foi definida para 11 de maio, garantindo direito ao recebimento aos cotistas posicionados até essa data.
O pagamento ocorrerá em 18 de maio de 2026, com base nos resultados de abril ainda não divulgados. Considerando a cotação média de R$ 85,71 em abril, o dividendo do PCIP11 corresponde a um Dividend Yield mensal estimado de 1,04%, desempenho que reforça a atratividade do fundo no curto prazo.
Em março, o fundo registrou rentabilidade de +1,3%, acumulando +3,6% em 2026. Desde o início, a performance totaliza 96,1% (11,0% ao ano), superando os benchmarks IFIX (44,8%) e CDI (81,0%) no período. O resultado distribuível de março somou R$ 19,15 milhões (R$ 1,13 por cota), dos quais R$ 14,46 milhões foram pagos em 16 de abril (R$ 0,85 por cota), elevando a reserva para R$ 0,68 por cota.
A alocação do patrimônio líquido atingiu 96,2% ao fim de março, com 88,6% em CRIs e operações estruturadas. A rentabilidade média ponderada da carteira é de 16,6% ao ano (IPCA + 10,4%) e prazo médio de 3,4 anos. Esses indicadores sustentam a consistência do fluxo de caixa e a previsibilidade dos proventos.
O fundo imobiliário PCIP11 concentra-se em 105 CRIs e 4 operações estruturadas: 90% indexados ao IPCA (IPCA + 10,3%), 5% ao CDI (CDI + 5,0%), 3% ao IGP-M (IGP-M + 10,0%) e 1% prefixado (14,0%). A diversificação por indexadores contribui para mitigar riscos de mercado e inflação.
Em movimentações recentes, a gestão vendeu CRIs TRX GPA, Prevent Sênior, Socicam e JSL, somando R$ 15 milhões e impacto pontual negativo de R$ 0,01 por cota. Em contrapartida, o PCIP11 alocou R$ 45 milhões no CRI MRV Flex (IPCA + 11,17%) e R$ 5,6 milhões no CRI Creditas II (IPCA + 9,0%), reforçando a estratégia em papéis atrelados à inflação.