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Soja recorde no Brasil impulsiona tese do SNFZ11

Soja recorde no Brasil impulsiona tese do SNFZ11
Foto: Suno/Banco

O Brasil mantém expectativas otimistas para a safra de soja 2025/26, apesar de desafios climáticos regionais. A StoneX elevou em abril sua projeção para 179,7 milhões de toneladas, avanço de 1% frente a março. Mesmo com perdas localizadas, o ciclo atual consolida o protagonismo do país no mercado global e sustenta estratégias ligadas à produção agrícola.

Estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste compensaram o desempenho mais fraco do Rio Grande do Sul. A produtividade média nacional chegou a 3,69 toneladas por hectare, com a colheita praticamente finalizada. O resultado se aproxima de um patamar histórico, limitado sobretudo por eventos climáticos.

Como se comportaram os preços da soja? Em fevereiro, o mercado registrou um descolamento atípico. Na CBOT, os futuros subiram 7% e alcançaram US$ 11,24 por bushel, enquanto o físico brasileiro recuou. Esse movimento reforçou a importância de gestão ativa de comercialização e de proteção de margens.

A divergência refletiu o pico de oferta interna durante a colheita, pressionando prêmios e logística. Em Sorriso (MT), a cotação tocou R$ 100 por saca, influenciada por gargalos de escoamento, limitação de armazenagem e redução dos prêmios das tradings. A normalização depende do avanço das vendas e da fluidez nos corredores de exportação.

Como o SNFZ11 aproveita esse cenário?

O Fiagro investe em ativos reais, por meio de contratos de arrendamento estruturados que reduzem a volatilidade setorial. Na Fazenda Xavante, a colheita encerrou com 55 sacas por hectare; apesar do impacto climático, a receita se manteve estável graças ao contrato que garante 25% da produção com piso de 15 sacas por hectare.

As fazendas Coliseu e Triângulo seguem na fase final de colheita, com resultados em consolidação. A estrutura contratual prioriza previsibilidade de caixa, enquanto preserva participação nos ganhos quando os preços reagem. Essa abordagem reforça a resiliência operacional do fundo.

Qual a estratégia do fundo? O SNFZ11 combina exposição à produção agrícola com mecanismos de proteção contra quedas abruptas de receita. O modelo conecta parte dos ganhos ao preço da soja, equilibrando renda recorrente e valorização patrimonial. A tese se apoia na apreciação das terras, eficiência operacional e gestão ativa de risco.

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