O VGIP11 anunciou a distribuição de R$ 0,74 por cota referente aos resultados de fevereiro de 2026, com pagamento em 18 de março aos cotistas posicionados até 11 de março. O movimento reforça a consistência de resultados do fundo e mantém a atratividade do provento para investidores de renda passiva.
Em relação a janeiro, o valor por cota avançou 15,6%, saindo de R$ 0,64 para R$ 0,74. Considerando o preço de fechamento de fevereiro (R$ 81,89), o yield mensal aproximado ficou em 0,90%, patamar alinhado a fundos de crédito imobiliário comparáveis no mercado.
Para pessoas físicas, os proventos do VGIP11 seguem isentos de Imposto de Renda, conforme a regra geral aplicável aos fundos imobiliários listados, aumentando o retorno líquido ao investidor.
Em janeiro de 2026, o FII VGIP11 manteve sua estratégia central em crédito imobiliário, com cerca de 97% do patrimônio líquido alocado em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). O volume somou R$ 1,032 bilhão distribuído em 49 operações, o que sustenta diversificação e diluição de riscos.
A parcela remanescente, de aproximadamente 3%, permaneceu em caixa para garantir liquidez e aproveitar oportunidades no mercado secundário. Essa reserva tática contribui para a eficiência na alocação e para eventuais rebalanceamentos.
Shopping centers lideram a composição com 26,4% das operações, seguidos por ativos residenciais (20,1%) e operações pulverizadas (17,3%). O segmento logístico responde por 13,9% da carteira, enquanto projetos built to suit representam 12%.
Infraestrutura (5,6%), escritórios (3,1%) e hospitais (1,6%) completam o portfólio. Segundo a gestão, todas as operações seguem adimplentes, com acompanhamento contínuo dos lastros e garantias para preservar as condições saudáveis do patrimônio.