O VRTA11 ampliou a diversificação em abril ao priorizar novas operações de crédito imobiliário com foco em CRIs de alto retorno, mantendo disciplina na alocação e na gestão de caixa. O fundo distribuiu R$ 0,85 por cota no mês, apoiado por resultado de R$ 17,45 milhões, e reforçou a estratégia de combinar indexadores diferentes para equilibrar risco e rentabilidade.
Em destaque, o veículo destinou R$ 24 milhões ao CRI THCM 2 e R$ 3,5 milhões ao CRI Guestier, ambos a IPCA + 12% ao ano, enquanto aumentou a posição no CRI Summus com aporte de R$ 2,8 milhões, a IPCA + 11,5% ao ano. A rotação tática incluiu a troca da segunda pela terceira série do CRI Residence Entreserras, agora atrelada a CDI + 4,5% ao ano, e o vencimento do CRI Solfarma, liberando espaço para novas alocações.
Para reforçar a liquidez, a gestão contratou R$ 33,5 milhões em compromissadas reversas a CDI + 0,74% ao ano, instrumento que contribui para estabilidade operacional sem abrir mão de oportunidades. Em paralelo, duas operações em análise somam R$ 60 milhões, indicando continuidade do pipeline de crédito estruturado e potencial de geração de caixa futura.
A reserva acumulada de R$ 0,76 por cota sustenta as distribuições, oferecendo colchão para cenários de volatilidade. No fim de abril, o caixa totalizava R$ 40,6 milhões, equivalente a 3% do patrimônio líquido, patamar compatível com uma carteira ativa em originação e reciclagem de ativos.
Com o saldo em compromissadas reversas alcançando R$ 84,7 milhões, e vencimentos concentrados entre junho e julho de 2026, a remuneração média de CDI + 0,70% ao ano reforça a previsibilidade de curto prazo. A gestão do VRTA11 projeta, para o primeiro semestre de 2026, distribuições entre R$ 0,80 e R$ 0,90 por cota, ancoradas no carregamento da carteira e no pipeline em finalização.
Cronograma de proventos: VRTA11 e VRTM11 divulgaram pagamentos para junho. O primeiro distribuirá R$ 0,85 por cota e o segundo, R$ 0,09 por cota. Investidores posicionados até 29 de maio terão direito aos rendimentos, com pagamento previsto para 15 de junho de 2026, consolidando a atratividade do portfólio e o compromisso com retornos consistentes ao cotista do VRTA11.