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SNEL11 supera R$ 93 milhões em negociações e registra maior liquidez de sua história

SNEL11 supera R$ 93 milhões em negociações e registra maior liquidez de sua história
Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário SNEL11 registrou em junho o maior volume de negociações de sua série histórica, consolidando um novo patamar de liquidez em meio à quinta emissão de cotas. Até o momento, o veículo já movimentou mais de R$ 93 milhões no mercado secundário, superando o recorde observado em maio. O avanço reforça a tração recente do fundo na B3.

O crescimento ocorre em fase de expansão acelerada: a base ultrapassou 105 mil cotistas, e o fundo se consolidou entre os mais negociados do segmento de infraestrutura e energia. O aumento do giro tende a fortalecer a formação de preços e a visibilidade do veículo junto aos investidores.

O novo pico de liquidez coincide com a captação da quinta oferta de cotas, operação que poderá movimentar até R$ 2,3 bilhões. A emissão se posiciona entre as maiores já realizadas por fundos vinculados ao setor de energia no mercado brasileiro, sinalizando a escala que o portfólio busca alcançar.

A maior negociação no secundário tende a ampliar a profundidade de mercado, facilitar a entrada de novos investidores e reduzir possíveis distorções entre preços de compra e venda. Esses fatores são considerados relevantes para veículos em processo de expansão e com pipeline de investimentos.

Além do volume, o desempenho ocorre em ambiente de maior atenção dos investidores a ativos associados à transição energética, à geração renovável e à infraestrutura de energia, temas que ganharam espaço nas carteiras ao longo dos últimos meses.

Emissão bilionária amplia protagonismo do SNEL11

A quinta emissão prevê inicialmente a distribuição de aproximadamente 221,3 milhões de cotas ao preço de R$ 8,32 por unidade. Considerando o potencial exercício do lote adicional, a oferta poderá alcançar aproximadamente R$ 2,3 bilhões, elevando a capacidade de investimento do fundo.

Com a inclusão dos custos de distribuição, o valor de subscrição foi estabelecido em R$ 8,65 por cota. De acordo com o plano do veículo, os recursos levantados deverão ser direcionados à aquisição de novos ativos e à ampliação do portfólio de geração de energia, em linha com a estratégia setorial.

A operação avança em um momento de fortalecimento no mercado secundário. Em maio, o fundo já havia movimentado cerca de R$ 92 milhões em negociações, desempenho agora superado antes mesmo do encerramento de junho, o que reforça o interesse do mercado.

Base de cotistas segue crescendo

O aumento da base de investidores acompanha a trajetória de liquidez. Com mais de 105 mil cotistas, o fundo figura entre os principais veículos do segmento de infraestrutura listada na B3, ampliando sua presença entre investidores de varejo e elevando a pulverização.

A combinação de maior liquidez, expansão da base de investidores e uma das maiores ofertas do setor consolida o protagonismo do fundo no mercado de fundos voltados à energia, em um cenário de investimentos voltados à infraestrutura.

Dividendos estáveis ajudam a sustentar interesse

Paralelamente ao ganho de liquidez, o fundo manteve sua política de distribuição de rendimentos. Foi anunciado novamente o pagamento de R$ 0,10 por cota, preservando um histórico de 24 meses consecutivos de dividendos no mesmo patamar, o que auxilia na previsibilidade de fluxo.

Considerando o preço de fechamento da cota em maio, de R$ 8,50, o pagamento corresponde a um dividend yield mensal próximo de 1,18%. Essa constância de proventos, somada ao aumento do volume negociado e à emissão em andamento, contribui para a continuidade do interesse dos investidores.

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