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SNCI11 investe R$ 10,8 mi em CRIs e divulga projeção de dividendos

SNCI11 investe R$ 10,8 mi em CRIs e divulga projeção de dividendos
Imagem gerada por IA

Em maio, o fundo imobiliário SNCI11 expandiu a carteira de crédito e confirmou o guidance de rendimentos entre R$ 1,00 e R$ 1,10 por cota para o terceiro trimestre de 2026. A manutenção das projeções reforça a previsibilidade da política de distribuição anunciada pela gestão.

No período, o fundo apurou resultado de aproximadamente R$ 3,6 milhões. O spread consolidado permaneceu em 3,10%, patamar que a gestão classifica como saudável para a estratégia de alocação em crédito.

A alavancagem líquida seguiu negativa, em 9,6% do patrimônio líquido. Na prática, o fundo segue como credor líquido, preservando margem para aproveitar novas oportunidades de investimento sem pressionar a estrutura de capital.

A administração reiterou o guidance para o terceiro trimestre. Em maio, houve distribuição de R$ 1,00 por cota e o mesmo valor foi anunciado para junho. Ao fim do mês, a reserva acumulada somava R$ 0,20 por cota, oferecendo colchão financeiro para a política de rendimentos.

SNCI11 amplia carteira com novas operações de CRI

Ao longo de maio, o fundo destinou cerca de R$ 10,8 milhões a novos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), movimento que adiciona diversificação à carteira e dá continuidade à estratégia de crédito.

Entre as alocações, destaque para o aporte inicial de R$ 5 milhões no CRI Mahalo, estruturado para financiar a conclusão de um empreendimento residencial em Vila Velha (ES). O papel é remunerado a CDI mais 6,00% ao ano e pode receber novos aportes nos próximos meses, conforme as condições de mercado e o cronograma da operação.

O fundo também reforçou posições em operações já presentes no portfólio. Houve incremento no CRI Ceratti Magna, atrelado a IPCA mais 10,50% ao ano, e no CRI Copagril, indexado a IPCA mais 12,25% ao ano. Além disso, ocorreram novos investimentos nos CRIs Bit Barueri e LocPay, mantendo exposição a indexadores como CDI e IPCA.

Os movimentos de alocação observados no mês dialogam com a manutenção do spread consolidado em 3,10%. Com a alavancagem líquida negativa de 9,6% do patrimônio líquido, o fundo preserva flexibilidade para selecionar operações, conciliando liquidez com disciplina na originação e no reforço de posições existentes.

Último resultado do fundo

Em abril, o fundo registrou resultado de aproximadamente R$ 4,55 milhões, equivalente a R$ 1,084 por cota. A distribuição permaneceu em R$ 1,00 por cota aos investidores, elevando o resultado acumulado para R$ 0,34 por cota naquele momento.

Com base nesse desempenho, foi anunciada nova distribuição de rendimentos no valor de R$ 1,00 por cota. O crédito dos dividendos estava previsto para 25 de junho de 2026, diretamente na conta das corretoras dos investidores habilitados, conforme o calendário divulgado.

A combinação entre resultado recorrente, guidance mantido para o terceiro trimestre de 2026 e alocação em CRIs remunerados por CDI e IPCA sustenta a estratégia de longo prazo do fundo. A posição de credor líquido contribui para a execução dessa agenda, ao mesmo tempo em que a reserva acumulada de R$ 0,20 por cota adiciona previsibilidade às distribuições anunciadas para os próximos meses.

Em síntese, maio trouxe crescimento da carteira de crédito, estabilidade do spread e reafirmação do guidance entre R$ 1,00 e R$ 1,10 por cota para o terceiro trimestre de 2026. Com isso, o fundo encerrou o período com distribuição de R$ 1,00 por cota em maio e anunciada para junho, além de manter a alavancagem líquida negativa em 9,6% do patrimônio líquido.

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