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PIB agropecuário sobe 2% e impulsiona o SNAG11 no 1º tri de 2026

PIB agropecuário sobe 2% e impulsiona o SNAG11 no 1º tri de 2026
Imagem gerada por IA

O agronegócio brasileiro impulsionou o PIB no primeiro trimestre de 2026, registrando alta de 2% frente ao período anterior. O setor movimentou R$ 230 bilhões e respondeu por 7% da economia, segundo o IBGE. A combinação de clima favorável e expansão da área cultivada sustentou o desempenho e reforçou a resiliência do campo diante de juros ainda elevados.

A safra de soja liderou o avanço, com crescimento de 4,8% e recorde histórico de produção. Esse resultado fortaleceu a balança comercial e ampliou a liquidez em cadeias produtivas, com reflexos em crédito, armazenagem e logística. Na comparação anual com 2025, o PIB agropecuário subiu 0,7%; em 12 meses, acumulou 7,5%, sinalizando tração consistente do segmento.

Entre os beneficiados, destacam-se fundos imobiliários agrícolas como o SNAG11, que manteve distribuições de R$ 0,12 por cota em abril. O fundo concluiu a quinta emissão e captou R$ 301 milhões, elevando o patrimônio para perto de R$ 1 bilhão. Com 130 mil cotistas, tornou-se o segundo maior Fiagro em número de investidores na B3.

A carteira do SNAG11 é diversificada: 38,5% em revendas agrícolas, 22,7% em irrigação, 9% em terras e 6,3% em armazenagem. São 11 ativos com exposição a 264 devedores, oferecendo remuneração média de CDI + 2,52% ao ano. A estrutura dilui riscos específicos e captura a expansão operacional do agronegócio.

A demanda chinesa por grãos brasileiros segue aquecida e sustenta preços e volumes de exportação. Dados da Embrapa indicam valorização de 113% nos preços fundiários nos últimos cinco anos, impulsionando o mercado de terras e investimentos relacionados. Esse pano de fundo fortalece a originação de crédito e a qualidade das garantias.

Além do SNAG11, o SNFZ11 possui exposição direta a propriedades no Mato Grosso, enquanto o primeiro atua via crédito privado na cadeia rural. Para o investidor, o ambiente de maior produção, demanda externa firme e evolução da renda do campo tende a apoiar distribuições e valores de ativos, embora a atenção ao ciclo de juros e à safra permaneça essencial para o desempenho do PIB e dos Fiagros.

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