A IRB Brasil (IRBR3) revisou o valor dos dividendos do IRB por ação, aplicando correção pela taxa Selic até 6 de abril de 2026, data que define a posição acionária válida para recebimento. O ajuste atualiza o montante bruto unitário de R$ 0,594903944527 para R$ 0,616199263258, refletindo a remuneração pelo período decorrido desde o anúncio anterior. A medida mantém a política de distribuição já comunicada aos investidores.
A atualização monetária considerou a Selic acumulada entre 31 de dezembro de 2025 e 6 de abril de 2026, conforme prática usual para preservar o valor real dos proventos. O valor inicial havia sido divulgado no aviso aos acionistas de 31 de março de 2026 e foi agora recalculado para incorporar a variação de juros do intervalo. Com isso, o pagamento passa a refletir com maior precisão o custo do dinheiro no período.
Como será o pagamento dos proventos do IRB? A distribuição observará a posição acionária de 6 de abril de 2026, data de corte confirmada no comunicado da companhia. Investidores com ações em custódia nessa data farão jus ao valor revisado por papel, seguindo o cronograma operacional da B3 e os procedimentos do escriturador responsáveis pelo crédito.
O novo cálculo não altera o direito econômico original, apenas atualiza o montante a ser recebido. Assim, o investidor mantém a mesma quantidade de ações elegíveis, com o ajuste refletindo a correção temporal sobre o valor dos dividendos. A empresa reforça que demais condições do anúncio permanecem válidas.
IRB sai da prévia do Ibovespa? A primeira prévia da nova carteira do Ibovespa, divulgada pela B3 em 1º de abril, não inclui as ações da IRB Brasil. A exclusão na prévia sugere possível saída do principal índice da bolsa a partir de maio, caso a decisão se mantenha nas próximas etapas. Cyrela (CYRE3), Localiza (RENT4) e Axia Energia (AXIA7) também ficaram de fora, sem inclusões nesta fase.
A exclusão é definitiva? Ainda não. A B3 divulgará mais duas prévias em 16 e 24 de abril antes da composição final. A revisão quadrimestral ocorre em janeiro, maio e setembro, definindo entradas e saídas de ativos na carteira do Ibovespa, com base em critérios de liquidez, presença em pregão e volume negociado.