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HGRU11 vende prédio em SC por R$ 4,9 mi e obtém ágio de 33%

HGRU11 vende prédio em SC por R$ 4,9 mi e obtém ágio de 33%
Fundo AZIN11. Foto: Suno/Banco

O HGRU11 fechou acordo para vender um edifício comercial em Concórdia (SC) por R$ 4,9 milhões em 14 de maio de 2026. O imóvel tem 657 m² de área bruta locável, resultando em preço de R$ 7.459,73 por metro quadrado. A operação reforça a disciplina de alocação do fundo e sua estratégia de reciclagem de portfólio com foco em ganho de capital.

A transação registra ágio de 33,4% sobre o valor investido e de 27,3% frente ao laudo de 2026, consolidando resultado acima do mercado local. O lucro estimado é de R$ 1,227 milhão, equivalente a R$ 0,05 por cota, com taxa interna de retorno anualizada de aproximadamente 38,4%, refletindo execução eficiente na compra, nos custos e na saída.

Como parte do acordo, o fundo recebeu sinal de R$ 2,3 milhões na assinatura do contrato. O saldo remanescente, de R$ 2,6 milhões, será pago em seis prestações mensais de R$ 433.333,33, adicionando previsibilidade ao fluxo de caixa e mitigando risco de contraparte no curto prazo.

O cronograma prevê a primeira parcela em até 30 dias após o sinal, com as demais no mesmo dia dos meses seguintes. O saldo será corrigido pelo IPCA, usando como referência o índice do segundo mês anterior à assinatura, protegendo o valor real da venda contra a inflação.

Em 27 de junho de 2024, o HGRU11 adquiriu o ativo por R$ 3,673 milhões, incluindo aquisição, custos de transação e benfeitorias. O investimento equivalia a R$ 5.591,69 por metro quadrado, o que evidencia a captura de valor na saída ao preço atual por m² significativamente superior.

Com a alienação, o comprador assumirá o aluguel mensal vigente do imóvel, transferindo o direito ao recebimento das receitas locatícias a partir da conclusão do negócio. Esse repasse tende a simplificar a gestão do fundo, ao mesmo tempo em que cristaliza o ganho na venda.

Em termos de governança, o resultado reforça a aderência do fundo à sua política de portfólio e o compromisso com a geração de valor aos cotistas. A conclusão das parcelas corrigidas pelo IPCA deve sustentar o caixa no período pós-venda e apoiar futuras alocações.

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