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Dividendos do KNCR11 são divulgados; veja quem recebe

Mercado Financeiro - Investimentos

Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário KNCR11 confirmou o rendimento de setembro em R$ 1,15 por cota, valor inferior ao pago no mês anterior. O pagamento ocorrerá em 14 de setembro de 2026 aos investidores com posição até o final do pregão de 31 de agosto de 2026, data de corte definida para a apuração. Sobre a cotação de R$ 108,09, os dividendos do KNCR11 correspondem a um dividend yield mensal aproximado de 1,06%. Para pessoas físicas, os rendimentos são isentos de Imposto de Renda dentro das condições previstas na legislação.

A administradora informou que a distribuição segue a dinâmica de resultados do fundo e o calendário padrão do setor. Assim, quem adquiriu cotas após 31 de agosto de 2026 não fará jus ao pagamento de setembro. O valor por cota reflete o desempenho recente da carteira e a gestão do caixa, mantendo a linha dos indicadores atrelados ao CDI.

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Dividendos do KNCR11 em setembro: valores e datas

O repasse de R$ 1,15 por cota será efetuado em 14 de setembro de 2026, com base na posição registrada até 31 de agosto de 2026.

Considerando a cotação de R$ 108,09, o yield mensal de 1,06% expressa a relação entre proventos e preço de mercado no período de referência. A isenção de tributos para pessoas físicas permanece válida conforme as regras aplicáveis aos fundos imobiliários.

Resultados e histórico recente do fundo

No relatório gerencial de julho, o fundo registrou resultado líquido de R$ 133,1 milhões, equivalente a R$ 1,24 por cota, ante a distribuição de R$ 1,25 por cota no mesmo período. O pagamento realizado em agosto representou uma rentabilidade de 1,22% sobre o custo médio de ingresso, de R$ 102,12, correspondente a 101% da taxa DI líquida, ou 119% do CDI com gross-up de 15%.

A reserva de resultados acumulada e não distribuída encerrou o mês em R$ 0,32 por cota. O patrimônio líquido atingiu R$ 10,98 bilhões, com cota patrimonial de R$ 102,52. Em 31 de julho, o valor de mercado estava em R$ 108,07. A base de investidores aumentou para 578.802 cotistas, após entrada líquida de 12.374 participantes no mês. O volume mensal negociado somou R$ 473,12 milhões, com liquidez média diária de R$ 20,57 milhões, refletindo a atividade do mercado secundário.

Esses indicadores mostram a relação entre geração de caixa, distribuição e evolução da base de cotistas. O nível de negociações também sugere a manutenção de liquidez no período, em linha com o porte do fundo e sua presença na B3.

Composição e alocação da carteira

A carteira encerrou julho com 83,7% do patrimônio em ativos-alvo, sendo 77,0% em CRIs e 6,7% em FIIs. Além disso, 12,7% estavam em LCIs e 3,7% em caixa. A principal movimentação do mês foi um aporte de R$ 575,0 milhões em uma nova operação de FII listado com carteira logística, remunerada a CDI + 1,90% ao ano.

A parcela de CRIs, integralmente atrelada ao CDI+, apresenta taxa média a mercado de CDI + 2,04% ao ano e prazo médio de 3,9 anos. As LCIs remuneram a 93% do CDI, com isenção de imposto, enquanto o caixa rende 100% do CDI com desconto tributário. Esse arranjo resulta em prazo médio consolidado de 3,1 anos e duration zero, característica comum em estratégias pós-fixadas.

Na alocação por indexador, o CDI concentra 96,0% dos recursos, seguido por 3,9% na Selic e 0,1% no IPCA. Por setor, o portfólio é liderado por escritórios (46,3%), seguido por shoppings (26,9%), logístico (11,5%), residencial pulverizado (6,4%), outros (5,6%) e residencial (3,4%). Essa distribuição reflete a diversificação por segmentos e o foco em ativos com receitas indexadas ao CDI.

O conjunto de informações consolida o cenário para o pagamento de setembro e atualiza a fotografia operacional e patrimonial do fundo, contemplando desempenho, base de investidores e composição da carteira, além das referências de rentabilidade frente aos principais indexadores do mercado.

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