O fundo imobiliário MCRE11 comunicou uma nova distribuição de rendimentos referente aos resultados de setembro, com pagamento marcado para 23 de outubro de 2026. O valor por cota será de R$ 0,10.
A remuneração informada corresponde a um dividend yield (DY) mensal aproximado de 1,31%, tomando como referência a cotação de R$ 7,64 registrada no encerramento de setembro. O cálculo considera o preço de fechamento do mês.
Black Friday boa é a que muda o seu ano. A da Suno pode mudar as próximas décadas. Na maior Black Friday da história da Suno, você vai entender, com números, a diferença entre deixar o dinheiro parado e ser sócio de boas empresas. Participe da live gratuita.
O direito ao recebimento foi definido pela posição no fechamento do pregão de 16 de outubro de 2026. Assim, apenas os investidores que mantinham cotas até essa data participarão da distribuição deste ciclo.
Aquisições realizadas após a data de corte não conferem direito aos rendimentos anunciados. A apuração segue a data-base informada pelo fundo e observa a posição em custódia no encerramento do dia 16 de outubro de 2026.
O montante a receber será proporcional ao número de cotas detidas por cada investidor na data-base. Um investidor com 1.000 cotas, por exemplo, terá direito a R$ 100,00 em dividendos no pagamento programado.
Para pessoas físicas, os dividendos do fundo são isentos de Imposto de Renda, desde que cumpridas as condições previstas na legislação aplicável aos fundos imobiliários. O pagamento dos rendimentos ocorrerá em 23 de outubro de 2026, conforme comunicado.
Carteira do FII mantém diversificação e reforça crédito imobiliário
O fundo imobiliário apresentou, em seu relatório gerencial de setembro de 2026, detalhes sobre a composição da carteira e as movimentações realizadas durante agosto. O documento consolidou a alocação e os principais segmentos em que o patrimônio está investido.
Na posição mais recente divulgada, 97% do patrimônio permanecia aplicado em ativos-alvo. Os recursos estavam distribuídos entre operações de crédito, fundos estruturados, imóveis e participações em FIIs negociados em Bolsa, seguindo a política de investimento.
Os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) concentravam a maior parcela, com 48% da carteira. Os fundos estruturados respondiam por 26% dos investimentos, enquanto os imóveis físicos representavam 17% do total.
As participações em FIIs líquidos somavam 6% da alocação. Os 3% restantes permaneciam disponíveis em caixa, conferindo flexibilidade para novas operações e gestão de liquidez ao portfólio.
Em quantidade de posições, o portfólio reunia 11 CRIs, cinco fundos estruturados, 15 FIIs listados e um imóvel. A distribuição entre diferentes classes de ativos evidencia a busca por exposição diversificada ao mercado imobiliário.
Segundo o relatório, a estratégia combina operações de financiamento por meio de crédito e a participação em propriedades e veículos estruturados. A composição indicada reflete o foco em crédito imobiliário e a manutenção de ativos líquidos na carteira.
O cronograma de rendimentos, a data-base e a estrutura do portfólio permanecem alinhados às diretrizes informadas. Com o pagamento agendado para 23 de outubro de 2026 e a data de corte em 16 de outubro de 2026, os investidores que detinham cotas até o fechamento da data-base receberão R$ 0,10 por cota, equivalentes ao resultado de setembro e a um DY mensal de aproximadamente 1,31% com base em R$ 7,64 no fechamento de setembro.