O fundo imobiliário AZ Quest Panorama Logística (/AZPL11/) aprovou um reajuste de 21,8% no contrato de locação de um galpão em Franco da Rocha (SP), atualmente ocupado pela CAOA. A informação consta de fato relevante divulgado na sexta-feira (10).
O aditivo contratual que estabeleceu o novo valor foi assinado em 8 de julho. Segundo o comunicado, o imóvel representa cerca de 4,3% da receita imobiliária do fundo. O aumento de 21,8% incide sobre o valor da locação anteriormente vigente.
A gestão informou que a renegociação reflete a valorização do ativo e reforça a geração de receita recorrente. O documento acrescenta que a contribuição do contrato atualizado é positiva para a distribuição de rendimentos aos cotistas.
O comunicado não detalhou o valor do aluguel em reais nem o novo prazo contratual. A administradora afirmou que manterá cotistas e mercado informados sobre a evolução desse e de outros assuntos relevantes.
Com o reajuste, o fundo passa a ter um contrato de locação renegociado em um de seus ativos logísticos. Dessa forma, preserva o fluxo de receita vinculado ao galpão de Franco da Rocha, conforme a comunicação oficial.
Reajuste do AZPL11 e efeitos na receita
A atualização do contrato com a locatária CAOA ocorre em ativo que responde por cerca de 4,3% da receita imobiliária do portfólio. Como o aumento de 21,8% incide sobre o valor de locação vigente, a alteração impacta diretamente a parcela de receita atrelada a esse imóvel.
Segundo a gestão, a renegociação acompanha a valorização do ativo logístico e fortalece a geração de receita recorrente. O fundo destacou a perspectiva de contribuição positiva do contrato para o pagamento de rendimentos, sem, contudo, informar o novo valor locatício em reais ou prazos.
A administradora reforçou que seguirá divulgando atualizações ao longo do tempo. O posicionamento abrange este e outros temas relevantes para a operação do portfólio e para o acompanhamento de resultados pelos investidores.
Dividendos e indicadores do fundo
O reajuste foi comunicado pouco depois do anúncio do último rendimento. O fundo distribuiu R$ 0,085 por cota referente a junho, com pagamento em 14 de julho aos cotistas com posição no fim do pregão de 30 de junho, data-base do provento.
Com base na cotação de fechamento de junho, o rendimento correspondeu a um dividend yield de 1,11% no período. A partir de 1º de julho, as cotas passaram a ser negociadas na condição de ex-dividendos, conforme prática do mercado.
No resultado de maio, o fundo registrou cerca de R$ 3,73 milhões. A estratégia permanece dividida entre ativos logísticos e crédito imobiliário, de acordo com o informe. Os galpões de Cajamar e Jandira mantiveram ocupação de 100%.
Ainda segundo o comunicado, o crédito imobiliário respondia por 65,6% do patrimônio no período. Essa composição inclui a diversificação entre contratos de locação de galpões e posições em operações de crédito do segmento.
A combinação de contrato reajustado em ativo logístico e a manutenção da estratégia em crédito imobiliário foi destacada pela gestão. O objetivo é sustentar a geração de receita recorrente e a regularidade na distribuição de rendimentos, respeitando as condições de mercado.
Por fim, a administradora reiterou que continuará informando o andamento da renegociação e demais tópicos relevantes. Não foram fornecidos, por ora, detalhes adicionais sobre o novo patamar de aluguel em reais ou sobre eventuais ajustes de prazo contratual.