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JSRE11: fundo imobiliário lucra mais de R$ 10 milhões; veja dividendos do mês

JSRE11: fundo imobiliário lucra mais de R$ 10 milhões; veja dividendos do mês
Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário JSRE11 registrou resultado de R$ 10,012 milhões em maio, ligeiramente acima do mês anterior. As receitas totalizaram R$ 11,807 milhões, enquanto as despesas somaram R$ 1,795 milhão.

Por cota, o resultado foi de R$ 0,48, integralmente repassado aos cotistas. Com base no fechamento da cota a R$ 61,07, os rendimentos do JSRE11 equivalem a um dividend yield mensal de 0,79%, ou 9,43% ao ano, isento de imposto de renda.

A administração informou que, enquanto não divulga o novo guidance de longo prazo, manterá a faixa de distribuição entre R$ 0,48 e R$ 0,56 por cota.

Ao fim de maio, o fundo apresentava valor de mercado de R$ 1,268 bilhão, 88.932 cotistas e liquidez média diária de R$ 4,362 milhões. A cota patrimonial encerrou o mês em R$ 103,10, com valor patrimonial de R$ 2,141 bilhões e 20,767 milhões de cotas.

Rendimentos do JSRE11 e indicadores de maio

O patrimônio líquido fechou maio em R$ 2,141 bilhões, com 75,4% dos ativos alocados em imóveis. Entre os principais ativos, destacam-se o Edifício Paulista (R$ 465,0 milhões, 21,7%), o Edifício Tower Bridge Corporate (R$ 416,0 milhões, 19,4%), as Torres Marble e Ebony no Rochaverá (R$ 408,2 milhões, 19,1%) e o WTNU III (R$ 320,6 milhões, 15,0%).

As cotas subordinadas de FIIs, concentradas no JS Renda Imobiliária, representam 19,9% do patrimônio (R$ 425,3 milhões). Na sequência, aparecem o CRI Atacadão (2,8%, R$ 60,9 milhões), caixa e contas a receber (1,1%), títulos públicos em LFT (0,9%) e a carteira de FIIs (0,6%).

Nos números de mercado, o fundo fechou maio com base de investidores de 88.932 cotistas e liquidez média diária de R$ 4,362 milhões. A administração reforçou a manutenção da distribuição no intervalo de R$ 0,48 a R$ 0,56 por cota até a divulgação do novo guidance de longo prazo.

Locações reduzem vacância no portfólio

A ocupação dos imóveis avançou no mês. No Edifício Tower Bridge, as tratativas para locação dos conjuntos dos 6º, 11º e 17º andares estão em fase final, e já ocorrem conversas iniciais para o 4º andar. Concluídas essas locações, a taxa de ocupação do prédio deve superar 95%, ante a vacância física de 13,3% observada no início do ano.

No Work Bela Cintra, o fundo renovou o contrato com a ITA Airways, consolidando a ocupação integral do imóvel. No WT Morumbi, as negociações estão avançadas para o 13º andar, e há três interessados nos andares 18 e 19.

Se essas locações seguirem adiante, a vacância física atual do WT Morumbi, de 19,8% — já inferior aos 34% registrados no momento da aquisição em dezembro de 2025 — pode recuar para cerca de 5% nos próximos seis meses, antecipando as premissas consideradas na compra.

Até maio, o fundo JSRI apurou resultado de R$ 47.604.919, impulsionado pelo recebimento de R$ 8.500.000 decorrentes da Renda Mínima Garantida negociada na aquisição do Work Bela Cintra e do WT Morumbi. Desse total, foram distribuídos R$ 42.935.036 às cotas seniores e R$ 2.640.012 às subordinadas em abril e maio, o que representou receita de R$ 0,07 e R$ 0,05 por cota, respectivamente, para o JSRE11.

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