FIIs

PMLL11 incorpora fatia de shopping em São Paulo e projeta yield de 11,7%

PMLL11 incorpora fatia de shopping em São Paulo e projeta yield de 11,7%
Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário PMLL11 concluiu a aquisição de 29% do Shopping Jardim Sul, na zona sul da cidade de São Paulo. O valor total da operação foi de R$ 204,24 milhões, após a finalização de duas transações previamente comunicadas ao mercado.

Com a compra, o FII passa a deter 8.335 m² de área bruta locável (ABL) do empreendimento. O Shopping Jardim Sul possui 28.741 m² de ABL, foi inaugurado em 1990, no Morumbi, e conta com 171 lojas.

Quer conferir notícias de finanças em tempo real, direto do seu WhatsApp, de maneira gratuita? Clique e confira a nova comunidade de notícias da Status Invest.  

Do montante acertado, R$ 95,42 milhões serão pagos em dinheiro. O fundo desembolsou R$ 19,08 milhões no fechamento, enquanto duas parcelas de R$ 38,17 milhões cada vencerão em 12 e 18 meses, corrigidas pelo IPCA.

Os R$ 108,82 milhões restantes foram liquidados via compensação com créditos vinculados à obrigação dos vendedores de integralizar cotas na sétima emissão do fundo. Com isso, pouco menos da metade do valor total da aquisição será paga em moeda corrente.

PMLL11 projeta yield de 11,7% nos primeiros dois anos

A gestão estima yield médio de 11,7% ao ano nos dois primeiros anos para a participação adquirida no Shopping Jardim Sul. Em cenário estabilizado, a projeção indicada é de aproximadamente 9,9% ao ano.

A chegada do ativo muda a composição do portfólio. O Shopping Jardim Sul passa a ser a terceira maior alocação do fundo, enquanto a exposição dos ativos imobiliários ao estado de São Paulo sobe de 35% para 41%.

Entre os fatores que embasaram a aquisição, a administração destacou a localização do empreendimento e indicadores operacionais superiores à média atual da carteira.

Portfólio do fundo ganha peso em São Paulo

Nos 12 meses encerrados em junho de 2026, o shopping registrou vendas de R$ 2.149 por m² ao mês e NOI de R$ 156 por m² ao mês, frente a R$ 1.533 e R$ 98, respectivamente, no portfólio do fundo.

A taxa de ocupação do empreendimento estava em 98,3% em junho, acima dos 96,2% observados na média da carteira.

A gestão também ressaltou o foco do shopping nos públicos A e B, o posicionamento consolidado na região e o fato de a administradora do ativo atuar como sócia.

A operação está alinhada à estratégia de ampliar a presença em shoppings dominantes em suas áreas de influência, com potencial de valorização e métricas operacionais mais elevadas. Com a formalização das escrituras de compra e venda, a participação de 29% passa a integrar oficialmente o portfólio do fundo.

Para receber notícias de finanças em tempo real e de forma gratuita no WhatsApp, acesse: https://bit.ly/status-invest-noticias

ACESSO RÁPIDO

    Leia também