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RZAT11 salta 190,7% em abril e paga R$ 1,70 por cota

RZAT11 salta 190,7% em abril e paga R$ 1,70 por cota
Imagem gerada por IA

O RZAT11 reportou resultado de R$ 16,213 milhões em abril, alta de 190,7% frente a março, impulsionando o pagamento de R$ 1,70 por cota em maio. O salto decorre de operações não recorrentes que elevaram o desempenho mensal a patamar quase três vezes superior ao anterior, reforçando a tese de valorização de ativos e gestão ativa do portfólio.

A primeira transação foi a alienação do imóvel da Aliança Agrícola em Porto dos Gaúchos (MT) para a Cooperativa C-Vale por R$ 53 milhões. O movimento gerou lucro líquido de R$ 8,75 milhões (R$ 2,06 por cota), destacando a capacidade de reciclagem de capital do fundo e a captura de ganhos acima do custo de aquisição. Esse evento contribuiu de forma decisiva para o robusto resultado de abril.

A segunda operação relevante foi a recompra antecipada do ativo de Rio Claro (SP) pela Rede Monte Carlo. Adquirido por R$ 15 milhões, o imóvel foi recomprado por R$ 16,5 milhões, produzindo ganho de R$ 1,5 milhão (R$ 0,34 por cota). Em conjunto, essas operações extraordinárias explicam o avanço expressivo nos rendimentos do RZAT11 e reforçam o foco em eficiência alocativa.

Entre janeiro e abril de 2024, o fundo apurou receitas totais de aproximadamente R$ 33,8 milhões, provenientes de aluguéis, recompras, receitas financeiras e outras fontes. O resultado líquido acumulado chegou a R$ 32,2 milhões, equivalente a R$ 7,61 por cota, evidenciando a resiliência operacional mesmo com eventos não recorrentes.

A gestão projeta distribuição entre R$ 1,65 e R$ 1,75 por cota nos próximos meses, faixa condicionada ao componente indexado ao IPCA. Além disso, o fundo mantém R$ 2,75 por cota em caixa para sustentar pagamentos futuros, fornecendo previsibilidade ao investidor. Essa orientação reforça o compromisso com a estabilidade de proventos.

O portfólio soma oito imóveis 100% ocupados, adquiridos por R$ 355 milhões e avaliados em R$ 948 milhões. A taxa contratual média é IPCA + 10,0% ao ano, com concentração geográfica em Minas Gerais (42%), seguida por Goiás (28%) e São Paulo (18%), o que diversifica riscos e sustenta o crescimento dos rendimentos do RZAT11 no médio prazo.

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