Os rendimentos do PORD11 referentes a julho foram de R$ 0,098 por cota, elevando o acumulado dos últimos 12 meses para R$ 1,189 por cota. Ao fim do período, o fundo registrou saldo de R$ 0,029 por cota em inflação acumulada ainda não distribuída.
Com base na cotação de fechamento de R$ 8,38, os rendimentos correspondem a dividend yield mensal de 1,17% e 14,19% anualizado. A métrica equivale a IPCA + 9,04% líquido, ou IPCA + 11,43% considerando gross-up de 15% de imposto.
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O fundo imobiliário PORD11 apurou resultado de R$ 3,787 milhões em julho, alta de 16% ante o mês anterior. O total de ativos somou R$ 3,452 milhões, enquanto as despesas encerraram o período em R$ 592 mil.
O patrimônio líquido encerrou julho em R$ 355,5 milhões, com cota patrimonial de R$ 9,53. O valor de mercado alcançou R$ 312,4 milhões, resultando em P/VP de 0,88x.
A duration média da carteira ficou em 3,23 anos. A base de cotistas chegou a 46.513 investidores, com expansão líquida de 842 participantes no mês.
Rendimentos do PORD11 e desempenho em julho
A distribuição de R$ 0,098 por cota em julho reflete o avanço do resultado do mês, de R$ 3,787 milhões, e sustenta o acumulado de R$ 1,189 por cota em 12 meses. Em termos de valorização dos proventos frente ao preço, o dividend yield de 1,17% ao mês, ou 14,19% anualizado, posiciona o retorno como IPCA + 9,04% líquido, ou IPCA + 11,43% com gross-up de 15%.
No balanço do período, o fundo reportou ativos de R$ 3,452 milhões e despesas de R$ 592 mil. O patrimônio líquido de R$ 355,5 milhões, frente ao valor de mercado de R$ 312,4 milhões, implicou P/VP de 0,88x, com cota patrimonial de R$ 9,53. O saldo de inflação acumulada não distribuída permaneceu em R$ 0,029 por cota.
Na base de investidores, o total de 46.513 cotistas representou acréscimo líquido de 842 no mês, enquanto a duration média de 3,23 anos manteve o perfil de vencimentos dentro do horizonte de médio prazo.
Movimentações da carteira do PORD11
Durante julho, o fundo realizou alocações de R$ 8,6 milhões no mercado secundário, equivalentes a 2,45% do patrimônio. Os recursos foram direcionados a emissores já presentes no portfólio, ampliando a exposição aos setores hospitalar, de lajes corporativas e de varejo alimentício.
No pipeline proprietário, três operações em estruturação avançada somam 10,4% do patrimônio, com liquidações previstas entre julho e setembro. Além disso, dois term sheets emitidos totalizam cerca de 6% do patrimônio.
Por tipo de operação, a carteira está distribuída entre CRI corporativo, com 47% (32% em série única, 13% em sênior e 2% em subordinada), caixa, com 22%, CRI pulverizado, com 22% (entre sênior, série única e mezanino), e FIIs, com 9%. No perfil de risco dos CRIs, 68% é classificado como corporativo e 32% como pulverizado.
Por indexador, a carteira de crédito se concentra em IPCA, com 52% e spread médio MTM de IPCA + 11,05% ao ano, e CDI, com 44% e remuneração média MTM de CDI + 4,29% ao ano. O portfólio inclui ainda 2,0% em IGP-M, 0,8% em prefixado e 0,5% em debêntures CDI+.
Na exposição setorial, os principais segmentos são renda urbana (17,6%), residencial (15,6%), MCMV (13,4%), hospitalar (13,0%), residencial e comercial (12,4%) e laje corporativa (11,8%). Em seguida, aparecem loteamento (5,2%), transporte (4,9%), varejo alimentício (3,6%), varejo (1,3%) e energia (1,2%).
