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Resultado do PMLL11 cresce 10,5% em maio; veja yield e valor distribuído

Uma pessoa está escrevendo em um pedaço de papel

Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário PMLL11 encerrou maio com resultado distribuível de R$ 11,529 milhões, alta de 10,5% frente a abril. A receita total do período foi de R$ 13,541 milhões, enquanto as despesas somaram R$ 2,012 milhões.

Essa combinação gerou receita de R$ 0,97 por cota e resultado distribuível de R$ 0,82 por cota, sem efeitos não recorrentes no cálculo. A partir desses números, foram definidos os rendimentos do mês.

A distribuição permaneceu em R$ 1,00 por cota, paga em 15 de junho, alinhada ao guidance do primeiro semestre de 2026. Em 12 meses, a média de distribuição foi de R$ 0,92 por cota, com pagamentos de R$ 0,86 entre junho e dezembro de 2025 e de R$ 1,00 de janeiro a maio de 2026.

Resultados e rendimentos do PMLL11

Ao fim de maio, o dividend yield anualizado ficou em 10,3% sobre a cota patrimonial e em 11,2% sobre a cota de fechamento. O fundo opera com alavancagem de 10,4%, contratada para apoiar a expansão do portfólio sem pressionar a estrutura de capital.

A carteira reúne 14 ativos, distribuídos por diferentes estados e administradoras, com predominância de participações minoritárias em empreendimentos dominantes. Entre as posições, destaca-se o aporte estratégico de R$ 144 milhões no Barra Malls FII.

Nesse veículo, o fundo é o único cotista e, por meio dele, controla o Rio2 Shopping e o Península Open Mall. Os dados operacionais de abril de 2026 mostram avanço mesmo com um setor mais desafiador no período.

Carteira, indicadores e desempenho do fundo

As vendas totais do portfólio atingiram R$ 1.412 por metro quadrado em abril de 2026, alta de 1,7% na comparação com abril de 2025 e avanço de 5,6% no acumulado do ano. Ajustadas pelas participações atuais, as vendas por metro quadrado recuaram 0,9% no mês, mas cresceram 2,8% no ano.

No mesmo recorte, o NOI alcançou R$ 90,4 por metro quadrado, com alta de 9,2% ante abril de 2025 e de 6,2% no acumulado do ano. Considerando as participações atuais, o NOI por metro quadrado avançou 5,3% no mês e 2,8% no ano.

O ambiente setorial mostrou-se mais adverso, já que a ABRASCE apontou queda nominal de 2,9% nas vendas de shoppings em abril, na comparação anual. Ainda assim, os dados acumulados do fundo seguem positivos.

Os principais indicadores imobiliários de abril registraram ABL de 139.412 metros quadrados, taxa de ocupação de 96,4% e preço médio de mercado de R$ 10.265 por metro quadrado. O Same Store Sales foi de -1,1%, e o Same Store Rent ficou em 2,6%.

Na divisão por valor patrimonial, os maiores pesos do portfólio são Maceió Shopping (14,8%), Rio Anil Shopping (14,6%) e Shopping Park Lagos (9,5%). Em maio, a variação da cota foi de -2,0%, abaixo do IFIX (-1,3%).

No acumulado de 2026, o avanço chega a 6,7%, acima do IFIX (2,7%) e do CDI bruto (5,7%). Desde o início, o retorno acumulado soma 113,5%, equivalente a 9,5% ao ano, superior ao IFIX (76,7%) e próximo do CDI bruto (106,4% e 9,1% ao ano).

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