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XPCI11 eleva resultado e mantém proventos de R$ 0,85 por cota

Mercado Financeiro - Bolsa de Valores

Foto: Suno/Banco

O XPCI11 reportou resultado de R$ 7,506 milhões em março de 2024, acima dos R$ 7,081 milhões de fevereiro, sustentando distribuição de R$ 0,85 por cota aos investidores com posição em 31 de março. O pagamento foi agendado para 15 de abril de 2026, mantendo a consistência do cronograma de proventos do fundo e refletindo a robustez operacional no período.

No mês, as receitas atingiram R$ 8,136 milhões, enquanto as despesas totalizaram R$ 629,29 mil, resultando em margem confortável. Os rendimentos e ganhos de capital pelo regime de caixa ficaram em R$ 0,86 por cota, somando R$ 7,50 milhões. Esse desempenho reforça a eficiência da carteira de crédito estruturado e a disciplina de custos.

O fundo informou yield anualizado de 12,64% com base na cotação de fechamento mensal, sinalizando retorno competitivo frente ao mercado de FIIs de papel. Considerando o gross-up de 15% de impostos, o retorno equivalente alcança 15,01%, métrica útil para comparação com alternativas tributadas em renda fixa e outros produtos listados.

Desempenho foi ancorado pelo book de CRIs, que gerou R$ 7,2 milhões em rendimentos recebidos, enquanto a carteira de FIIs contribuiu com R$ 0,69 milhão. Além disso, o XPCI11 mantém reserva de correção monetária de R$ 2,29 milhões (R$ 0,26 por cota), oferecendo colchão para suavizar oscilações de indexadores e eventuais gaps de resultado.

A composição atual inclui 47 CRIs e 6 FIIs, totalizando R$ 765 milhões em ativos, com R$ 10 milhões alocados em instrumentos de liquidez para cobrir despesas operacionais e capturar oportunidades táticas. Em março, houve venda parcial de MCCI11 e BTCI11 com ganho de capital, contribuindo para o resultado de caixa.

Por fim, o XPCI11 segue priorizando ativos de crédito imobiliário com lastro e garantias robustas, preservando diversificação por emissores e setores. Entre os destaques, a gestão ativa do portfólio e o controle de despesas sustentam a capacidade de pagamento, enquanto o foco em indexadores inflacionários e CDI tende a proteger o poder de compra dos proventos em cenários de juros e inflação desafiadores.

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