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Fundo imobiliário RBRY11 entrega yield de 12,8% e amplia reserva de lucro em maio

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Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário RBRY11 encerrou maio com resultado distribuível de R$ 14,507 milhões. A receita do mês somou R$ 20,324 milhões, enquanto as despesas totalizaram R$ 1,38 milhão. A distribuição permaneceu em R$ 1,00 por cota, conforme a política de linearização dos rendimentos, com pagamento em 17 de junho.

A diferença entre o montante gerado e o efetivamente pago aumentou a reserva de lucro para R$ 0,34 por cota ao fim de maio. Os rendimentos permanecem alinhados ao guidance reafirmado pela gestão, de R$ 1,00 por cota até o fim do ano.

Na média dos últimos 12 meses, a distribuição foi de R$ 1,16 por cota. Nesse período, os pagamentos oscilaram de R$ 1,25, entre agosto e dezembro de 2025, para R$ 1,00 nos dois meses mais recentes. O dividend yield anualizado dos dividendos do RBRY11 fechou maio em 11,9% sobre a cota patrimonial e 12,8% sobre a cota de fechamento.

Desempenho e rendimentos do RBRY11

O fundo terminou o mês com 97,6% do patrimônio líquido alocado. Desse total, 91,8% estavam em CRIs e operações estruturadas. A rentabilidade média ponderada desses ativos ficou em 16,5% ao ano (CDI + 2,3% ao ano), com prazo médio de 1,8 ano e spread médio de 2,3% ao ano.

A alocação estratégica em FIIs compreendia oito fundos, equivalentes a 5,8% do patrimônio líquido no fechamento. O portfólio de crédito reunia 51 CRIs e uma operação estruturada, com 85% dos papéis indexados ao CDI (CDI + 3,9% ao ano), 15% ao IPCA (IPCA + 0,4% ao ano) e 0,2% ao IGP-M (IGP-M + 10,3% ao ano).

Carteira, alocação e crédito

Em maio, foram alocados R$ 8 milhões distribuídos entre os CRIs Global Realty, Baroneza e Jardim Europa, MOS Jardins e Pinheiros II, Pulverizado MK CDI, Verticale Série II, Makasi II e Tael Série III. A taxa média ponderada dessas operações ficou em CDI + 5,1% ao ano.

No mesmo mês, o fundo zerou as posições nos CRIs Creditas V (R$ 733 mil) e Creditas II (R$ 6,7 milhões) e ocorreu o resgate antecipado do CRI Alphaville (R$ 1,8 milhão). Também houve redução nas posições nos FIIs PCIP11 (R$ 900 mil) e RBRR11 (R$ 4 milhões), em linha com a estratégia de concentrar a carteira em ativos atrelados ao CDI.

Ao final de maio, o saldo em operações compromissadas reversas era de R$ 26 milhões, equivalente a uma alavancagem de 2,0% do patrimônio líquido. O efeito dessas operações no resultado foi de R$ 0,03 por cota.

Segmentos e exposição geográfica

Na carteira de CRIs, a maior exposição está no segmento residencial, com 87%, seguida do logístico, com 11%. Escritório representa 1% e loteamento, 0,5%, totalizando quatro segmentos. Por região, São Paulo concentrava 66,5% da carteira ao fim do mês.

Com a política de linearização dos rendimentos e o guidance de R$ 1,00 por cota mantido até o final do ano, o fundo segue calibrando a distribuição. A combinação de alocação majoritária em crédito, taxas atreladas ao CDI e gestão de caixa via operações compromissadas compôs o desempenho de maio, refletido no dividend yield anualizado de 11,9% sobre a cota patrimonial e 12,8% sobre a cota de fechamento.

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